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Cultural da Embaixada de Espanha em Lisboa, para
 
a promoção e divulgação da cultura espanhola em
 
Portugal.
 
 
 
 
 
 

CRITERIA - Obras da Coleção Fundación ARCO/IFEMA

Esta exposição, com curadoria de Miguel von Hafe Pérez, apresenta obras da coleção da Fundación ARCO / IFEMA, adquiridas na ARCO.

O espírito internacional e multicultural que está no cerne desta coleção reflete-se na diversidade de artistas escolhidos: das 37 obras apresentadas, contam-se nomes como Ana Jotta, Ângela Ferreira, Antoni Muntadas, Arnulf Rainer, Arnulf Rainer, Babi Badalov, Carlos Bunga, Christian Boltanski, Danh Vō, Elmgreen & Dragset, Filipa César, Francesc Ruiz, Francisco Tropa, Gil Heitor Cortesão, Giuseppe Penone, Gwenneth Boelens, Helena Almeida, Ibon Aranberri, Jarbas Lopes, John Chamberlain, Jorge Molder, Lucia Koch, Marlena Kudlicka, Miguel Palma, Pedro Cabrita Reis, Regina de Miguel, Rui Toscano, Ryan Gander, Thomas Ruff, Vasco Araújo, Von Calhau!, Wolfgang Tillmans, Yinka Shonibare e Yorgos Sapountzis.

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"The Scarlet Letter" de Angélica Liddell

A conceituada atriz e criadora Angélica Liddell apresenta a sua última criação num dos palcos mais importantes de Portugal.

Angélica Liddell, controversa e essencial criadora espanhola que apresenta regularmente a sua obra em Portugal, parte de A letra escarlate para trabalhar temas recorrentes na sua criação, como a escuridão da condição humana. Citando o clássico de Nathaniel Hawthorne –”Somos as flores negras de uma sociedade civilizada”– a dramaturga, encenadora e atriz rebela-se contra aquilo que identifica como a violência da hipocrisia moral em tempos de puritanismo: “A condição puritana não suporta a causa obscena da fecundação e da multiplicação, esconde a origem genital de nossa concepção e do nosso nascimento, nega que o feito sublime da vida e do amor proceda do desejo, de um movimento sujo e violento entre pénis e vulvas, de uma paixão irreprimível e irremediavelmente violenta, e, claro, não tolera em absoluto a raiz sexual de nossas alegrias e das nossas dores”.

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"O Futebol" na Cinemateca Portuguesa

O filme auto-biográfico do hispano-brasilero Sergio Oksman conta a história da relação com o seu pai durante o Mundial de Brasil.

Partindo da sua relação e distância com o pai, o realizador Sérgio Oskman desenvolveu um documentário semiautobiográfico sobre as relações entre pai e filho no contexto da organização do Campeonato do Mundo de 2014, realizado no Brasil.

Oskman filma não apenas um reencontro de família, após largos anos de separação, como o estado de sítio de um país inteiro que vive e sofre (sobretudo) fora dos estádios com a ficção de um jogo e o destino emocional de uma nação. Desporto e relações de sangue cruzam-se, na proximidade e distância entre pai e filho e o caminho incerto de um país, num dos documentários mais aclamados do cinema brasileiro dos últimos anos.
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Ballet Espanhol de Murcia: Carmen em Faro

O Ballet Español de Murcia visita Portugal para representar através da dança esta apaixonante história.

Em 1830, Carmen, uma bela e temperamental cigana, vive uma paixão arrebatadora com o ingénuo D. José, cabo do exército. A sua relação é tão intensa que D. José deserta e junta-se ao grupo de contrabandistas do qual Carmen faz parte. Mas, quando ela se encanta por Escamillo, um bravo toureiro, D. José enlouquece e jura matá-la.

Carmen, uma história de paixão e tragédia pelo Ballet Español de Murcia, companhia fundada por Carmen e Matilde Rubio, em 1985. Com uma identidade muito própria, o Ballet Español de Murcia tem por objectivo “dançar” histórias apaixonantes, em coreografias que homenageiam os diferentes estilos de dança espanhola, com destaque ao Flamenco. Em 33 anos de vida, o Ballet Español de Murcia já se apresentou por todo o mundo e ganhou importantes prémios, que o confirmam como verdadeiro embaixador da cultura espanhola.
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Chefchauen. La ciudad azul de Marruecos

O fotógrafo espanhol Carlos Bouza apresenta em Lisboa uma seleção de fotografias da cidade marroquina de Chefchauen.

O fotógrafo Carlos Bouza de Madrid exibe no Hotel Eurostars Das Letras em Lisboa a sua mostra Chefchauen. La ciudad azul de Marruecos, uma série de imagens que mostram a vida e os encantos da cidade marroquina.

Localizado ao noroeste de Marrocos, na cordilheira de Rif, Chefchauen é um enxame de ruas estreitas que levam o viajante a um paraíso de sensações. As cores dos bazares contrastam com as fachadas azuis e os aromas, as vozes e os sons guiam seus passos.
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Festival Flamenco de Estoril 2019

O Casino de Estoril recebe no mês de fevereiro um Festival de baile flamenco com vários dos artistas mais representativos do género na atualidade.

Passaram 85 anos desde a inauguração do Casino Estoril. Pelos seus vários cenários passaram artistas internacionais como Shirley Bassey, Rita Coolidge, Juliette Greco, Roberta Flack, Caetano Veloso, Amália Rodrigues, Ray Charles, Aznavour, Tonny Bennet, Glenn Miller, Liza Minelli ou os espanhóis Julio Iglesias, Rocío Jurado, Isabel Pantoja ou Joaquín Cortés, entre outros.

Este ano o Casino Estoril aposta por um Ciclo de Baile Flamenco e pela vinda a Portugal de artistas como Saray e Juan de los Reyes, Fernando Jiménez, Ángel Fariña, Jesús Herrera, Juan Carlos Cardoso e Marta Arias.
  • Saray e Juan de los Reyes, 7 de fevereiro às 22h30
  • Fernando Jiménez e Ángel Fariña, 14 de fevereiro às 22h30
  • Jesús Herrera, 21 de fevereiro às 22h30
  • Juan Carlos Cardoso e Marta Arias, 28 de fevereiro às 22h30
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Cañizares em concerto com a Orquestra Gulbenkian

O guitarrista flamenco irá participar como convidado no Concerto de Aranjuez interpretado pela Orquestra Gulbenkian.

Primeira apresentação de Giancarlo Guerrero como Maestro Convidado Principal da Orquestra Gulbenkian. Músico naturalmente dotado e instintivo, o atual Diretor Musical da Orquestra Sinfónica de Nashville dirige nestes concertos não só obras fundamentais de Dvořák e Brahms, mas também a estrela da guitarra de flamenco (Juan Manuel) Cañizares.

O guitarrista pertenceu ao grupo de Paco de Lucía, tendo participado na gravação de Lucía da obra essencial para guitarra que é o Concerto de Aranjuez. Em 2011 foi a sua vez de se entregar com grande sucesso à criação de Joaquín Rodrigo, sob a direção de Simon Rattle.
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C. Tangana em concerto em Lisboa

O artista mais representativo do trap espanhol chega pela primeira vez a Portugal.

Entre o hip-hop, a pop alternativa e a electrónica, o C. Tangana tornou-se um fenómeno nos territórios latinos pelo seu talento único para subverter as expectativas e preconceitos.

C. Tangana é um dos artistas com mais streaming a nível mundial, com músicas como Bien Duro e Mala Mujer, conquistando plateias por todo o músico e a crítica de música, derrubando as várias barreiras entre a cultura underground e mainstream.
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"La noche escondida" da Cia Electrole

“La noche escondida” nasce da necessidade e inquietude criativa do multifacetado produtor, coreógrafo e primeiro bailarino em numerosas companhias espanholas Mariano Cruceta. É um projeto que pretende ser uma plataforma artística para gerar una nova tendência de expressão da linguagem flamenco, sem perder a sua tradição. Um processo criativo elaborado em fogo lento, com artistas especializados, provenientes de distintos estilos musicais, que juntaram os seus talentos para formar um som fresco, homogéneo e novo. 

Mariano Cruceta programações, percussões, baile, José Luis Montón guitarra, voz, Gloria Solera flauta, voz, Fernando Javier Val-Llosera percussão, Cristina Rivero baile.
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Josep Ramón Olivé no Portas Abertas – Rising Stars da Fundação Gulbenkian

O jovem barítono espanhol participa neste programa de divulgação de jovens talentos da música.

ECHO – European Concert Hall Organisation é uma rede europeia que reúne algumas das mais prestigiadas salas de concertos. Entre as instituições envolvidas são selecionados anualmente jovens músicos de excecional talento, que recebem formação na gestão dos seus percursos artísticos. Este ciclo é enquadrado no evento Portas Abertas, uma iniciativa de entrada gratuita que, ao longo de um dia intenso, convida o público a disfrutar de uma atmosfera musical festiva em ambiente informal, com concertos, oficinas musicais para famílias e exibição de documentários.
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3ª Mostra de Cinema Espanhol nas suas Línguas Co-oficiais

A mostra consiste numa seleção de três títulos recentes da cinematografía espanhola nas suas três linguas cooficiais: catalão, galego e basco.

A Seção Cultural da Embaixada da Espanha em Portugal e o Instituto Cervantes de Lisboa organizam este ciclo de cinema, que vai ser projetado em passagens grátis no Auditório doInstituto Cervantes entre os dias 14 e 28 de fevereiro com o intuito de apresentar uma seleção de filmes recentes em línguas co-oficiais em Espanha para mostrar a diversidade criativa da nossa cinematografia.
  • Hermosa Juventud, Quinta-feira, 14 de fevereiro, às 18h30.
  • 18 comidas, Quinta-feira, 21 de fevereiro, às 18h30.
  • Obaba, Quinta-feira, 28 de fevereiro, às 18h30.
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Ares de Espanha

Os solistas da Orquestra Metropolitana interpretam com voz, trompete e piano obras dos compositores clássicos espanhóis de finais do século XIX.

Este programa constrói-se em torno de alguns exemplos que ilustram esse imaginário, muito embora não se limite nos arquétipos mais evidentes. Percorre peças vocais emblemáticas dos catálogos de Enrique Granados e de Manuel de Falla, para lá das sonoridades reminiscentes de uma música antiga idealizada, em quatro canções de amor de Joaquín Rodrigo, e de um primoroso exercício vocal do francês Maurice Ravel.

Ao piano, a solo, temos a oportunidade de escutar o célebre Tango composto em 1890 por Isaac Albéniz, aqui em diálogo com uma homenagem que foi dirigida a este compositor pelo russo Rodion Shchedrin, em 1961. Pelo meio, e em jeito de entreatos, surpreende-nos o timbre inconfundível da trompete, com duas obras de Eugène Bozza, referência incontornável do repertório para instrumentos de sopro no século passado.
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Trío Arbós no Festival Terras Sem Sombra em
Reguengos de Monsaraz

O Trio Arbós participa no primeiro dos três concertos espanhóis com os que vai contar este ano o Festival Terras Sem Sombra.

O Festival Terras sem Sombra reúne, desde 2013, música, património e biodiversidade num acorde sereno, que soa para além da planície. Com o objectivo de partilhar o legado cultural e natural do Alentejo, o Festival dá a conhecer o que aqui há de mais fascinante, dos centros históricos às áreas rurais, da vida selvagem às etnografias locais. A ambição é a de projectar esta região, nacional e internacionalmente, como um território de identidade ímpar, que se afirma como um notável “destino de arte e natureza”.

Fundado em 1996, o Trío Arbós, tem o nome do violinista, maestro e compositor espanhol Enrique Fernández Arbós (1863-1939). Está sediado em Madrid e é já considerado um dos mais reputados ensembles de câmara europeus. Foi galardoado, em 2013, com o Prémio Nacional de Música de Espanha. O seu repertório estende-se dos autores clássicos e românticos até à contemporaneidade, incluindo obras encomendadas como parte importante dos seus concertos. Apresenta-se frequentemente nas principais salas e festivais, tendo percorrido mais de 30 países. É grupo residente, desde 2005, do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, de Madrid. O seu projeto Triple Zone foi distinguido com o Ernst von Siemens Musikstiftung.
  • 23 de Fevereiro às 19h00. Na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Lagoa.
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Ciclo de Cinema Español "Mulheres de Cinema"

Este ciclo de filmes, organizado pela Seção Cultural da Embaixada da Espanha em Portugal e pelo Departamento de Lingüística e Literaturas da Universidade de Évora, visa promover a imersão de estudantes da UE na cultura espanhola, bem como promover a interesse de toda a comunidade universitária pelo cinema espanhol. Da mesma forma, procura tornar visível e divulgar o trabalho de alguns dos mais atuais diretores espanhóis, a fim de destacar e valorizar o ponto de vista feminino dentro da criação cinematográfica.

Os filmes, que serão exibidos na Sala dos Professores (CES) às 16:00, são os seguintes:
 
  • 27 febrero: María y los demás (2016) – Nely Reguera
  • 6 marzo: Júlia Ist (2017) – Elena Martín
  • 13 marzo: La novia (2015) – Paula Ortiz
  • 20 marzo: Felices 140 (2015) – Gracia Querejeta
  • 27 marzo: Requisitos para ser una persona normal (2015) – Leticia Dolera
  • 3 abril: 7 mesas de billar francés (2007) – Gracia Querejeta
  • 10 abril: Te doy mis ojos (2003) – Iciar Bollaín
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CONTINUA NO MÊS DE FEVEREIRO
Objeto da Pintura. Mestres da Arte Espanhola das últimas décadas

A exposição oferece um percurso pictórico comissariado a volta da abstracção na Coleção Mariano Yera com obras de José Guerrero, Luis Gordillo, Ángela de la Cruz entre outros. Com o apoio da Acción Cultural Espanhola (AC/E) e da Seção Cultural da Embaixada de Espanha em Portugal.

A mostra apresenta um total de dezoito obras selecionadas pelo também artista Guillermo Mora, curador da exposição, em colaboração com Rosina Gómez-Baeza e Lucia Ybarra.

A coleção Mariano Yera tem inicio em 1999 e esta centrada na pintura espanhola contemporânea da segunda metade do S. XX até a actualidade. Recorre algo mais de meio século da história pictórica espanhola através de 160 pinturas de 68 artistas diferentes. A coleção conta com obras representativas de Tàpies ou Ponç, pioneiros da renovação plástica da pos-guerra, passando por o grupo El Paso com Saura, Millares, Feito, Rivera ou Viola 57, Equipo Crónica y Equipo Realidad, até artistas da talha Gordillo. Alcolea, Pérez Villata, Barceló, Sicilia o Campano entre outros e os que se unem a artistas mais atuais como Ángela de La Cruz.
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Terra Adentro. A Espanha de Joaquín Sorolla

Esta exposição organizada em parceria com o Museo Sorolla, Madrid, e comissariada por Carmen Pena, irá reunir 118 pinturas de Joaquín Sorolla pertencentes à coleção daquele Museu e outras provenientes de coleções particulares de Espanha.

Trata-se de uma versão aumentada e enriquecida da exposição de 2016, Sorolla Tierra Adentro, que, em Madrid, mostrou como Sorolla deu a conhecer novas versões das diversas paisagens espanholas, dotando-as de um novo sentido e significado.

Predominam na mostra as paisagens que o mestre espanhol do “ar livre” e da “luz intensa” executou nas suas viagens pela Espanha da viragem dos século XIX para o século XX, desde a sua Valência natal até ao País Basco e à Andaluzia, participando num movimento cultural que buscava uma outra imagem do país, alheada da representação historicista de glórias passadas e encontrando-a na pura paisagem, tanto das regiões da periferia peninsular quanto nos campos da Mancha ou de Castela e seus monumentos.
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Joan Miró e a morte da pintura

A exposição “Joan Miró e a morte da pintura” centra-se na produção artística do mestre catalão em 1973, altura em que, com oitenta anos de idade, preparava uma importante retrospetiva no Grand Palais, em Paris.

Numa série de telas perfuradas de 29 de março de 1973, de relevos tecidos (Sobreteixims e Sobreteixims-Sacks) executados em 1972 e 1973 em colaboração com Josep Royo e em cinco Toiles brûlées (Telas queimadas) executadas entre 4 e 31 de dezembro de 1973, Miró deu largas à sua raiva estética. Precisamente no momento em que a crítica anunciava a “morte da pintura” como um facto consumado perante práticas que desafiavam as narrativas do alto modernismo —arte processual, performance, land art e instalação—, Miró colocou a pintura à prova, numa tentativa de renovar os seus recursos e procedimentos.

A exposição Joan Miró e a Morte da Pintura, organizada pela Fundação de Serralves, é comissariada por Robert Lubar Messeri, destacado especialista mundial na obra de Miró. Conta com obras da Coleção do Estado Português em depósito na Fundação de Serralves e de várias importantes coleções internacionais –Coleções Fundació Joan Miró (Barcelona), Collection Adrien Maeght (Saint Paul), Fundación Mapfre (Madrid) e Fundació Pilar i Joan Miró (Mallorca), muitas delas nunca expostas em Portugal.
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Gustau Puente no Eurostars Museum 5*

Gustau Puente abre sua exposição da Série Zelestye no hotel Eurostars Museum 5 *, em Lisboa.

Esta exposição condensa a trajetória profissional do artista, partindo da alta costura até a confecção de todos os tipos de materiais têxteis, dando-lhes um novo sentido e transformando-os em obras com vocação para esculturas.

As tapeçarias são as criações mais pessoais de Gustau Puente, pois com elas ele tenta explorar as possibilidades de textura e volume, conseguindo um efeito escultórico que lhe permite criar peças tridimensionais.

Na exposição do Eurostars Museum 5 * é possível ver como os tecidos (sedas, lã, fios e outros materiais da indústria têxtil) são aplicados de forma artística graças à grande experiência da Puente com grandes marcas de moda como Pierre Cardin ou Valeria Ricci-Nina Ricci.
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13ª edição da Exposição Internacional Surrealism Now

De Coimbra a Vieira de Leiria na cidade da Marinha Grande em Portugal, siga a Exposição Internacional de Arte Surrealism Now 2019. A maior exposição de arte surrealista do século XXI no mundo.

International Surrealism Now é a maior exposição surrealista do mundo no século XXI. Apresentando até agora 117 dos principais artistas surrealistas de 49 países dos cinco continentes, continuando o seu trabalho desta vez na cidade da Marinha Grande na Galeria Municipal de Vieira de Leiria.

Este projeto inovador é apresentado por Santiago Ribeiro, pintor surrealista Português, através de exposições nos últimos 8 anos em várias partes do mundo: Berlim, Moscou, Dallas, Los Angeles, Mississippi, Varsóvia, Nantes, Paris, Londres, Florença, Madri , Granada, Barcelona, ​​Lisboa, Belgrado, Monte Negro, Roménia, Japão, Taiwan e Brasil e foi apresentado na embaixada dos EUA em Lisboa.
  • Desde 26 de janeiro na Galeria Municipal de Vieira de Leiria em Marinha Grande
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OUTRAS INFORMAÇÕES
Prémio Europeu Carlos V

Fundação da Academia Europeia e Ibero-Americana de Yuste convoca a XII edição do Concurso Europeu Carlos V para recompensar as pessoas, organizações, projetos ou iniciativas que, com seu esforço e dedicação, contribuíram para o conhecimento geral e ampliação de valores culturais e sociais , científico e histórico na Europa, ou ao processo de construção e integração europeia. O prazo para a apresentação de candidaturas termina no dia 15 de fevereiro de 2018.

O prazo para a apresentação de candidaturas termina no dia 15 de fevereiro de 2019

1966 
 
Juan Manuel Cañizares(Sabadell, Barcelona, 1966) es un guitarrista español de flamenco y nuevo flamenco. Ha recibido el Premio Nacional de Guitarra (1982) y el Premio de la Música al Mejor Intérprete de Música Clásica) (2008).

 

 
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