Em 2018, o valor de Benefícios Fiscais atribuídos atingiu um número recorde de 13,1 mil milhões de euros. Cerca de 2,3 mil milhões de euros correspondem a isenções ou reduções da taxa de IRC, o que permitiu às empresas um retorno dos seus investimentos e um reforço da sua tesouraria.

 

Mas quais os benefícios fiscais mais relevantes para os investidores? 

No que diz respeito a pessoas coletivas são interessantes os seguintes: Benefícios Contratuais ao Investimento Produtivo, o Regime Fiscal de Apoio ao Investimento (RFAI), o Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento II (CFEI II), a Dedução de Lucros Retidos e Reinvestidos (DLRR), o Sistema de Incentivos Fiscais à Investigação e Desenvolvimento (SIFIDE II) e os Benefícios fiscais aplicáveis aos Territórios do Interior;

As pessoas singulares podem usufruir de: Programa Semente, a redução de tributação das mais-valias provenientes da alienação de participações sociais em micro e pequenas empresas, o Regime dos Residentes não Habituais e o Programa Regressar.

 

Todos estes Benefícios Fiscais visam promover e apoiar o investimento em setores considerados estratégicos da economia, favorecendo o crescimento sustentável, a criação de emprego e o desenvolvimento regional, e o reforço da estrutura do capital das empresas. Pretende-se ainda, com estes Benefícios Fiscais, atrair para Portugal pessoas singulares que exerçam atividades de elevado valor acrescentado ou obtenham rendimentos da propriedade intelectual, industrial ou know-how.

 

Os Benefícios Fiscais contratuais ao investimento produtivo podem representar uma dedução à coleta do IRC entre 10% e 25% do investimento realizado, assim como isenções ou reduções de IMI, IMT e Imposto de Selo, relativamente aos prédios, atos, ou contratos necessários e/ou utilizados no âmbito dos investimentos. Aplicam-se a projetos que demonstrem ter viabilidade técnica, económica e financeira, proporcionem a criação ou manutenção de postos de trabalho e cumpram pelo menos uma das seguintes condições:

  • Sejam relevantes para o desenvolvimento estratégico da economia nacional;
  • Sejam relevantes para a redução das assimetrias regionais;
  • Contribuam para impulsionar a inovação tecnológica e a investigação científica nacional, para a melhoria do ambiente ou para o reforço da competitividade e da eficiência produtiva.

 

O RFAI - Regime Fiscal de Apoio ao Investimento - também pode representar uma dedução à coleta do IRC entre 10% e 25% do investimento realizado, assim como isenções ou reduções de IMI, IMT e Imposto de Selo. Este regime aplica-se apenas a investimentos iniciais, ou seja, os relacionados com:

  • A criação de um novo estabelecimento;
  • O aumento da capacidade de um estabelecimento existente;
  • A diversificação da produção de um estabelecimento no que se refere a produtos não fabricados anteriormente nesse estabelecimento;
  • Ou uma alteração fundamental do processo de produção global de um estabelecimento existente.

O CFEI - Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento - pode representar uma dedução à coleta de 20% das despesas de investimento em ativos afetos à exploração, desde que as empresas não cessem contratos de trabalho durante três anos, ao abrigo das modalidades de despedimento coletivo ou despedimento por extinção do posto de trabalho.

 

A DLRR - Dedução por Lucros Retidos e Reinvestidos - pode representar uma dedução à coleta do IRC até 10% dos lucros retidos que sejam reinvestidos no prazo de 4 anos.

O SIFIDE - Sistema de Incentivos Fiscais em Investigação e Desenvolvimento Empresarial - pode representar uma dedução à coleta entre 32,5% e 82,5% das despesas de Investigação e de Desenvolvimento reconhecidas pela Agência Nacional de Inovação.

 

Os Benefícios Fiscais aplicáveis aos territórios do Interior visam incentivar a instalação de empresas em territórios em regiões específicas. Este regime permite a estas empresas usufruir de uma taxa de IRC de 12%, aplicável aos primeiros 25 mil € de matéria coletável, e uma majoração de 20% à dedução máxima da DLRR.

 

No que respeita aos Benefícios Fiscais aplicáveis a pessoas singulares, o Programa Semente visa apoiar o investimento de sujeitos passivos de IRS no Capital de Startups. Estes investidores podem deduzir ao IRS até 25% do investimento elegível, além da exclusão de tributação, total ou parcial, das mais-valias resultantes da alienação das participações sociais detidas durante pelo menos 48 meses, em caso de reinvestimento no mesmo tipo de investimento.

As pessoas singulares podem ainda beneficiar de uma redução de  50% da tributação do saldo positivo entre as mais-valias e as menos-valias realizadas com alienações onerosas de participações sociais em micro e pequenas empresas.

O RNH - Regime fiscal de Residentes não habituais - visa atrair para Portugal não residentes que exerçam atividades de elevado valor acrescentado ou obtenham rendimentos de propriedade intelectual, industrial ou know-how. Aplica-se uma taxa especial de 20% para rendimentos obtidos em Portugal e uma taxa de 10% para rendimentos líquidos de pensões pagas no estrangeiro. Estes rendimentos provenientes do estrangeiro podem ainda beneficiar de isenção.

 

Cada Benefício Fiscal tem um limite de concorrência da coleta diferenciado e que depende também do ano de utilização do benefício em questão. Alguns investimentos são elegíveis em mais do que um Benefício Fiscal com condições de elegibilidade, aplicabilidade ou incumprimento também distintas, recomendando-se uma simulação por uma equipa especializada para determinar o mais favorável. Por fim o mais importante: todos os Benefícios Fiscais requerem uma justificação bem fundamentada que deve constar do Dossier Fiscal de cada empresa ou indivíduo.

 

                                                           

 

                                                                                       

                      Célia Esteves

                      Diretora de Sistemas e Processos, Yunit Consulting

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Em 2021, toda a eletricidade que o Millennium bcp utilizar nas suas instalações em Portugal será 100% verde, num mix de energia produzida pela central fotovoltaica do Banco e de energia adquirida com certificado de origem renovável.

“O Millennium bcp assumiu perante a sociedade portuguesa que seria protagonista no processo de transição energética e que o faria através de alterações à sua política de crédito, do desenvolvimento de capacidades de assessoria aos Clientes, mas também, porque sabemos a importância do exemplo, de alterações às suas práticas e atuações. A utilização apenas de eletricidade 100% verde já em 2021 sinaliza bem a importância que damos aos aspetos relacionados com temas ESG (Environmental, Social and Governance)”, salientou Miguel Maya, Presidente da Comissão Executiva do Millennium bcp. “Acreditamos que a liderança de uma instituição como o Millennium bcp não se mede apenas pelas suas quotas de mercado, mas também pela forma como serve a comunidade e contribui para a sustentabilidade da sua atividade e do planeta.”


Já no ano de 2020 foi dado um primeiro passo neste sentido, com toda a eletricidade usada pelo Millennium bcp nas suas instalações dos serviços centrais (Taguspark) a ser de proveniência renovável. Este ano foi dado mais um passo no caminho da sustentabilidade, com toda a eletricidade usada pelo Millennium bcp em Portugal (serviços centrais e sucursais) a ter origem em fontes renováveis.

A central fotovoltaica que o Millennium bcp tem nas suas instalações no Taguspark é composta por 3.703 painéis, instalados em três edifícios e é responsável, atualmente, por cerca de 10% de toda a energia consumida pelo Banco nos serviços centrais.


No esforço de mitigação das Alterações Climáticas, também as emissões de GEE (Gases com Efeito de Estufa) têm vindo a registar uma diminuição consistente ao longo dos anos, o que permitiu já, no período 2012-2019, uma redução das emissões atribuíveis ao Millennium bcp de cerca de 46%.


O Millennium bcp tem dado passos concretos no âmbito da sustentabilidade, mostrando que, mais que abordar o tema, é necessário tomar ações. O Banco tem vindo a trabalhar de forma consequente, estabelecendo e ultrapassando as metas anuais a que se propõe.

 

• loja no posto de abastecimento da Ramada abriu dia 9

• A parceria entre a Cepsa e a Auchan contempla a abertura de lojas My Auchan em regime de franchising nos postos de abastecimento Cepsa


A Cepsa prossegue a aposta em garantir mais e melhor oferta aos seus clientes e, com esse objetivo definido, estabeleceu uma parceria com a Auchan e inaugurou, dia 9, uma loja My Auchan no posto de abastecimento da Ramada, no concelho de Odivelas.

Trata-se de uma loja com a marca My Auchan, em regime de franchising, que alia a oferta de produtos de qualidade a uma disponibilidade alargada de horários. É um conceito de loja de ultra proximidade, que irá servir os habitantes daquela zona, assim como todos os clientes do posto da Cepsa, garantindo, diariamente, produtos alimentares frescos, de primeira necessidade, mas também de higiene e para o lar. Está garantida uma diversificação da oferta que contempla mais de 1300 referências, para além dos produtos Cepsa, como lubrificantes e gás.


A loja irá funcionar 24h por dia, sendo possível circular no seu interior entre as 08h e as 22h, mas nesta fase de pandemia, estes horários poderão ter de sofrer ajustes e ser adaptados às disposições legais que estejam em vigor.


Rui Romano, Diretor da Rede Cepsa em Portugal, refere que “uma das mais valias desta novidade prende-se com a localização deste ponto de venda, junto a uma área residencial, com fácil acesso e estacionamento. Comodidade, poupança e qualidade de serviços, é o que a Cepsa pretende garantir com esta parceria, sempre a pensar no bem-estar dos seus clientes”.


Já Jaime Lemos, Diretor de Franchising da Auchan Retail Portugal, refere que “O franchising da Auchan Retail, além de modelos de negócio sólidos e atrativos, garante ainda a expertise e o suporte personalizado da marca aos nossos parceiros. Queremos desenvolver uma rede de empreendedores apaixonados, que compartilhem os valores da Auchan, a sua visão e o seu sucesso, e acreditamos que, desta forma, estamos a criar valor, através de uma relação win-win e de um compromisso de confiança e sucesso, para um comércio de nova geração”.

 

 


CEPSA Portuguesa Petróleos, S.A. - Comunicação
Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. /Tel: 21 721 76 00 / www.cepsa.pt


Sobre a Cepsa

A Cepsa é uma Companhia Global de energia e química, que opera de modo integrado em todas as fases da cadeia de valor do petróleo e do gás. Também fabrica produtos a partir de matérias primas de origem vegetal e atua no setor das energias renováveis. Tem 90 anos de experiência e uma equipa de mais de 10.000 profissionais que alia excelência técnica e capacidade de adaptação. A atuação da Cepsa estende-se aos 5 Continentes.

 

Sobre a Auchan Retail Portugal


A Auchan Retail Portugal é um grupo familiar e mundial, uma empresa humana e vencedora, que conta com 64 lojas físicas e 29 gasolineiras, e emprega cerca de 9000 colaboradores. Em Portugal, através do seu comércio em lojas físicas e online afirma-se como uma marca militante do que é BOM, SÃO e LOCAL. Este é um movimento que aposta na qualidade dos produtos e nas experiências que proporciona aos seus clientes, bem como em serviços inovadores e personalizados que simplificam a vida das pessoas. Um movimento que está realmente empenhado em mudar a vida dos habitantes. É uma empresa certificada em responsabilidade social e tem 12 lojas com certificação ambiental.

 

 

A segunda maior cadeia de fast food do mundo fechou acordo com a EDP para a instalação de painéis fotovoltaicos nos seus espaços comerciais em Espanha. Parceria vai permitir gerar energia que seria suficiente para abastecer duas mil famílias e deverá alargar-se em breve aos restaurantes geridos pela Burger King em Portugal.

A EDP fechou acordo com a Burger King para a instalação de painéis fotovoltaicos em cerca de 300 restaurantes da cadeia de fast food em Espanha. Através desta parceria, a Burger King vai conseguir produzir e consumir energia renovável nas suas instalações, reforçando o seu compromisso com a sustentabilidade e a poupança de energia. No futuro, a parceria com a EDP deverá ser alargada aos restaurantes que a Burger King gere em Portugal.

 

A EDP é hoje um dos líderes de solar distribuído da Península Ibérica, com mais de 800 projetos de parques solares fotovoltaicos em empresas de Portugal e Espanha. Em 2020, o número de projetos solares cresceu cerca de 90%, face a 2019, conseguindo os clientes empresariais da EDP produzir energia suficiente para abastecer 60 mil famílias num ano.

 

Na parceria com o Burger King, o plano energético será desenvolvido ao longo deste ano nos espaços de restauração free standing (cujos edifícios são independentes) já existentes em Espanha. Além destes, todos os espaços recém-construídos no mesmo modelo também já vão incorporar autoconsumo de energia solar.

 

No total, o plano prevê a instalação de mais de 12 mil painéis fotovoltaicos, que ocuparão uma área de 25 mil metros quadrados, o equivalente a quase quatro campos de futebol. As instalações de autoconsumo da cadeia de restaurantes atingirão uma potência instalada total de mais de cinco megawatts-pico, permitindo gerar energia equivalente ao consumo médio de eletricidade de mais de 2.000 residências (mais de 7.700 megawatts-hora).

 

Através desta energia, será possível preparar 39 milhões de hambúrgueres nos vários restaurantes da cadeia de restauração. Esta opção por energia renovável vai permitir também reduzir as emissões de CO2 em mais de 2.300 toneladas por ano, quase oito toneladas por restaurante. Também na qualidade do ar, o impacto é positivo, equivalendo à plantação de 150 mil novas árvores.

 

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5 PERGUNTAS-CHAVE QUE DEVE COLOCAR

ÀS SUAS EQUIPAS EM TELETRABALHO

 

As relações cordiais com os funcionários sempre foram importantes, mas em contexto de confinamento, com uma percentagem assinalável de profissionais em regime de teletrabalho, há uma etiqueta de comunicação que a liderança deve cumprir. Porque as equipas apenas comunicam uns minutos por dia, é fácil deixar cair hábitos interiorizados num ambiente de trabalho presencial. Manter uma relação de proximidade, confiança e interesse honesto nas pessoas é ainda mais importante com o distanciamento social. Em nome da motivação, da coesão e da produtividade, a ADECCO sugere 5 perguntas que deve colocar aos seus colaboradores.

 

 

  1. COMO ESTÁ?

Pode parecer uma pergunta básica, mas é da mais elementar cordialidade e faz parte do quotidiano de qualquer ambiente de trabalho presencial. Quando se chega de manhã, numa pausa, num cruzamento casual num corredor. A expressão está tão interiorizada que é fácil esquecer que uma percentagem muito razoável de profissionais está em confinamento e a etiqueta da gestão online impõe que se recupere em ambiente digital perguntas desta natureza. É por isso que é importante colocá-la sempre que se cumprimenta um funcionário num chat, e-mail ou quando se inicia uma videochamada.

Perguntar a uma pessoa como se sente contribui para a motivação laboral e para um ambiente de trabalho mais saudável, porque faz com que outras pessoas se sintam importantes e que a empresa se preocupa com o seu bem-estar, especialmente num contexto em que a saúde mental está fragilizada em virtude de todas as mudanças impostas pela pandemia.

 

  1. PRECISA DE AJUDA?

Se na resposta à pergunta anterior, detetar que a pessoa em questão tem uma preocupação, um problema pessoal ou relacionado com o trabalho, pergunte-lhe como pode ajudá-la. Talvez só precisem de ser ouvidos ou tenham uma dificuldade em que possa realmente ajudar, o que resultará em algo positivo e satisfatório para ambas as partes.

 

  1. QUAIS SÃO OS SEUS OBJETIVOS A CURTO PRAZO?

Numa altura difícil e ainda com uma grande dose de imprevisibilidade, é importante perceber se os seus colaboradores estão mais inseguros quanto aos objetivos e resoluções para 2021. Ao perguntar-lhes sobre este aspeto, tente ir um pouco mais longe, mostrando interesse em saber por que razão querem alcançar determinadas conquistas, o que precisam para o fazer e que obstáculos pensam ser mais relevantes para as atingir. Ofereça-lhes conselhos úteis que lhes tragam realmente algo positivo.

 

  1. GOSTA DO SEU TRABALHO ATUAL?

Não há datas marcadas para fazer esta pergunta: é sempre uma boa altura para rever o grau de satisfação em relação ao trabalho, funções atuais e perspetivas. Pergunte aos colaboradores da sua equipa o que sentem sobre as suas responsabilidades, o que mais apreciam e o que mudariam para melhor. Questione se estão apreensivos ou confortáveis com o trabalho remoto. Vá mais longe e pergunte o que mudariam para ficarem completamente satisfeitos com o seu trabalho ou o que esperam do seu futuro na empresa.

 

  1. O QUE MELHORARIA NA EMPRESA?

Transmitir a cultura de uma empresa com equipas em trabalho remoto é um desafio para qualquer líder. Ao fazer esta pergunta, não só está a receber os inputs das suas equipas, como também tem a oportunidade de transmitir a cultura da empresa à distância e fazer os ajustes necessários em tempo de confinamento. Fazer com que os colaboradores se sintam parte de uma empresa é extremamente importante, e uma das melhores formas de o fazer é perguntar-lhes o que pensam que poderia ser melhorado, o que não gostam e o que fariam para mudar o que não gostam. Tome nota das suas ideias e diga-lhes quais as que irá implementar ou rever em profundidade, envolvendo-os no processo.

Ao fazer este tipo de perguntas, faça-o com honestidade e transparência, seja acessível e esteja genuinamente interessado nas respostas. É importante que não as veja como uma obrigação, mas como uma forma de se aproximar das suas equipas, o que ajuda a criar relações de trabalho saudáveis e reforçadas.

 

 

 

No âmbito do programa Fintech365, da Portugal Fintech,o primeiro programa para inovação financeira, em Portugal

 

O NOVO BANCO, atento ao crescimento que se tem vindo a assistir no ecossistema da inovação financeira, em Portugal, e do seu potencial, vai desafiar startups de tecnologia financeira (fintech) a desenhar soluções digitais inovadoras para serem testadas em propostas de valor para os clientes do banco, empresas e particulares, no âmbito do programa Fintech365.

O Fintech365 é um programa da Microsoft, desenvolvido pela Portugal Fintech, ao qual, a par do NOVO BANCO, se associaram mais cinco instituições do setor financeiro e de seguros.

Esta cooperação entre fintechs e players da banca e seguros, permitirá gerar sinergias e discutir novas ideias e tecnologias que possibilitem, com o suporte das plataformas tecnológicas da Microsoft, encontrar soluções que acelerem a digitalização do setor financeiro e de seguros, beneficiando, no final da linha, os consumidores dos produtos do setor.

O NOVO BANCO continua assim empenhado em criar soluções inovadoras para os seus clientes, que lhes possibilitem uma melhor experiência na sua interação com o banco, desígnio esse que, em 2020, mereceu o reconhecimento e distinção em eventos como os Finovate Awards, os Banking Tech Awards ou os Portugal Digital Awards, com suas as soluções Small Business Finance, Homebuying, Onboarding Digital ou, mais recentemente, o NBnetwork+, a serem premiadas (*).

Ainda em 2020 e neste âmbito, o NOVO BANCO mereceu também a distinção de “Best Integrated Corporate Banking Site in Western Europe” (*), pela Global Finance.

 

 

(*) Os prémios são da exclusiva responsabilidade das entidades que os atribuíram.

 

 

 

Primeira seguradora em Portugal a garantir certificação

 

A MAPFRE é a primeira seguradora em Portugal a obter o certificado em Gestão da Continuidade do Negócio pela AENOR – ISO 22301, garantindo que a companhia é capaz de assegurar a prestação de serviços perante qualquer contingência ou crise.

 

Segundo Luis Anula, CEO da MAPFRE, “estamos muitos satisfeitos por obter este reconhecimento, especialmente num contexto difícil como o que estamos a viver, pois foi graças ao esforço e dedicação de toda a equipa que vimos esta garantia ser atribuída. Este é também um importante marco para a MAPFRE, já que representa o aumento da nossa capacidade de resistência e resiliência face a um possível incidente ou situação de crise”.

 

O Grupo BBVA obteve um lucro de 1.320 milhões de euros entre outubro e dezembro, o melhor resultado trimestral dos últimos dois anos. Durante 2020, o BBVA ajudou três milhões de clientes afetados pela pandemia com cerca de 63.000 milhões de euros entre linhas de crédito com aval público e moratórias. A venda da subsidiária nos Estados Unidos contribuirá com cerca de 8.500 milhões de euros de capital, que a entidade utilizará para crescer com rentabilidade nos seus mercados e aumentar a remuneração dos acionistas. O BBVA vai pagar relativamente a 2020 5,9 euros por ação e, com relação ao ano fiscal de 2021, espera retomar sua política de dividendos de 35% - 40%. Adicionalmente, tem como objetivo a recompra de cerca de 10% das ações do Grupo, concluída a venda da subsidiária nos Estados Unidos. Tudo isto sempre sujeito às condições de mercado e às aprovações necessárias.

 

LER NOTA COMPLETA AQUI

 

  • A Endesa apresentou ao Ministério da Transição Ecológica o seu interesse em desenvolver em Espanha até 23 projetos relacionados com o hidrogénio renovável nas diferentes fases da cadeia de valor deste combustível verde, com um valor superior a 2.900 milhões de euros para o arranque de 340MW em eletrolisadores alimentados com 2.000 MW de energia renovável
  • Os projetos de eletrólise peninsular (As Pontes, Huelva, Teruel, Almería, Tarragona, Zaragoza, Compostilla e Seseña) contemplam um investimento agregado de 2.000 milhões para a construção de oito eletrolisadores com capacidade de 315 MW e a criação de 620 postos de trabalho durante a sua construção e 320 empregos na fase subsequente de operação e manutenção nos próximos 20 anos.
  • No caso de projetos não peninsulares, que absorvem outros 900 milhões de investimentos, são propostas opções que vão desde a produção de hidrogénio verde em fábricas de produção (Barranco de Tirajana, Granadilla e Alcudia, com eletrolisadores que vão agregar 25MW à substituição da energia verde por hidrogénio / gás.

 

 A Endesa submeteu ao Ministério de Transição Ecológica uma carta de interesse para desenvolver na Espanha, tanto na Península como em áreas extra-peninsulares, até 23 projetos relacionados ao hidrogénio verde. O volume de investimento associado a todos eles, incluindo o investimento destinado às centrais renováveis ​​que irão alimentar o funcionamento dos electrolisadores, é de cerca de 2.900 milhões de euros. Os projetos incluem diferentes ações em toda a cadeia de valor do hidrogénio verde: da produção ao consumo.

“A Endesa quer mostrar seu claro compromisso com o hidrogénio verde como peça chave no processo de transição energética e descarbonização da economia. São objetivos nos quais trabalhamos há anos e que têm marcado a nossa estratégia de substituição progressiva da produção térmica por produção renovável. Os 23 projetos de hidrogénio verde que agora apresentamos estão associados a uma capacidade de energia renovável de quase 2.000 MW ”, destaca o Diretor-geral de Geração da Endesa, Rafael González. Esta potência representa mais da metade dos 3.900 MW que a empresa anunciou que iniciará em Espanha entre 2021 e 2023, de acordo com a atualização do seu plano estratégico anunciado no final de novembro passado.

A concretização destes projetos contribuirá de forma decisiva para a concretização dos objetivos fixados para a primeira fase (2020-2024) do Roteiro do Hidrogénio, definido pelo Governo. Todos os projetos de produção de hidrogénio contemplam investimentos em parques de produção renováveis ​​dedicados à alimentação dos eletrolisadores. Embora não exclusivamente, uma vez que também têm a opção de despejar o excedente de eletricidade gerado na rede.

 

Projetos peninsulares

O projeto mais avançado, até ao momento, é o desenvolvido em As Pontes (A Coruña) e contará com um eletrolisador de 100 MW e seis parques eólicos associados, com uma capacidade total de 611 MW, cuja construção implicaria a criação de cerca de 1.600 empregos durante os 18 meses de construção. A construção do eletrolisador, que levaria cerca de 24 meses desde o seu início, empregaria cerca de 120 pessoas. A sua operação e manutenção, por cerca de 20 anos, exigiria o trabalho de cerca de 100 pessoas. O investimento total do projeto As Pontes atingirá 738,2 milhões de euros e o funcionamento do complexo que teria uma produção de 10.000 toneladas de hidrogénio verde e empregaria cerca de 130 profissionais em tarefas de operação e manutenção.

De referir que o objetivo deste primeiro projeto é mostrar que uma instalação desta dimensão pode ser construída, explorada e mantida tanto do ponto de vista económico, técnico, assim como, ambiental.

As restantes propostas peninsulares terão lugar em Huelva, Teruel, Almería, Tarragona, Vale do Ebro (Hydrogen del Cierzo), Compostilla (León) e Seseña (Toledo). Em conjunto, vão significar uma potência associada em eletrolisadores de 215 MW, a criação de mais de 500 postos de trabalho na fase de construção e cerca de mais 220 nas fases subsequentes de operação e manutenção.

No total, os projetos a serem desenvolvidos na Espanha continental reúnem 2.000 milhões de investimentos e eletrolisadores com uma capacidade total de 315 MW.

 

Projetos extrapeninsulares

No caso de projetos não peninsulares, são propostas opções que vão desde a produção de energia com hidrogénio verde em fábricas de nova geração (Barranco de Tirajana, Granadilla e Alcudia, que vão agregar eletrolisadores em um total de 25MW), a transição em operação para biocombustível e a substituição de energia de outras fábricas em operação por hidrogénio / gás.

As iniciativas apresentadas nas Ilhas Canárias, Baleares e Melilla totalizam 900 milhões de investimentos.

No seu conjunto, os 23 projetos propostos pela Endesa são diversificados em localizações e utilizações finais do hidrogénio: seriam desenvolvidos em descarbonização e zonas justas de transição, sistemas de produção de energia em ilhas, aplicações na indústria química, substituição de consumos térmicos e como combustível para transporte pesado. A produção total de todos eles, uma vez colocados em operação, acrescentaria 26 mil toneladas de hidrogénio por ano.

 

Potencial de hidrogénio verde

O hidrogénio renovável é apontado como um vetor energético fundamental para o sucesso da descarbonização do setor energético. Em particular, terá um papel fundamental nas áreas em que a eletrificação não é a solução mais eficiente ou não é tecnicamente possível a médio prazo. Da mesma forma, o hidrogénio renovável produzido por eletrólise contribuirá para a correta regulação de um sistema elétrico 100% renovável, proporcionando maior flexibilidade e melhorando a segurança do abastecimento.

Porém, a produção e consumo de hidrogénio renovável é um mercado ainda incipiente, com baixo grau de maturidade. Atualmente, apenas cerca de 500.000 toneladas de hidrogénio são produzidas e consumidas na Espanha como matéria-prima, praticamente toda a partir de combustíveis fósseis, já que até o momento não era uma opção competitiva.

No contexto previsto de redução do custo da geração renovável, aumento dos preços do CO2 e necessidade de armazenamento sazonal de energia, as tecnologias de produção de hidrogénio renovável podem começar a ser competitivas em usos industriais nos próximos anos. Em todo caso, na atualidade, continuam a ser necessários mecanismos de apoio para tornar o uso do hidrogénio competitivo em relação a outras alternativas que demonstrem sua viabilidade.

 

PROJETOS PENINSULARES DE HIDROGÉNIO VERDE APRESENTADOS PELA ENDESA

 

 

PROJETOS EXTRAPENINSULARES DE HIDROGÉNIO VERDE APRESENTADOS PELA ENDESA

 

Sobre a Endesa

A Endesa é a principal empresa de eletricidade em Espanha e a segunda em Portugal. É também o segundo operador de gás no mercado espanhol. Desenvolve um negócio integrado da geração à comercialização e também oferece, através da Endesa X, serviços de valor acrescentado que visam a descarbonização de utilizações energéticas em residências, empresas, indústrias e Administrações Públicas. A Endesa está firmemente comprometida com os ODS das Nações Unidas e, como tal, promove de forma decisiva o desenvolvimento das energias renováveis ​​através da Enel Green Power Espanha, a eletrificação da economia e a Responsabilidade Social Corporativa. Nesta última área, atuamos também a partir da Fundação Endesa. Nossa equipa tem cerca de 10.000 funcionários. A Endesa faz parte da Enel, o maior grupo elétrico da Europa.

 

 

  • Em 2020, a empresa doou o equivalente a 283.000 carros de compras, mais 84% do que no ano anterior.
  • A Mercadona colabora e apoia mais de 290 cantinas sociais, mais de 60 bancos alimentares e outras instituições de solidariedade social em Espanha e Portugal.
  • Com apenas 20 lojas em Portugal, a Mercadona doou mais de 1.200 toneladas de bens de primeira necessidade a várias IPSS nacionais cumprindo com a sua política de Responsabilidade Social Empresarial.

 

A Mercadona doou em 2020 mais de 17.000 toneladas de produtos a cantinas sociais, bancos alimentares e outras instituições de solidariedade social em Espanha e Portugal. Esta quantidade significa um aumento de 84% (relativamente a 2019) em doações de alimentos e outros produtos a entidades sociais, e é também consequência da atual crise de saúde e económica causada pela Covid-19.

Estas doações são o equivalente a mais de 283.000 carrinhos de compras e realizam-se através da colaboração com mais de 290 cantinas sociais, mais de 60 bancos alimentares e outras instituições de solidariedade social tanto em Espanha como nos distritos de Portugal onde a Mercadona está presente.

Com apenas 20 lojas já abertas em Portugal, a empresa dá continuidade às políticas de ação social sustentável e de combate ao desperdício alimentar que tem vindo a desenvolver. O grande objetivo é causar um impacto positivo na Sociedade, numa relação de proximidade e entreajuda com instituições localizadas nas zonas de envolvência das lojas. Em 2020, a Mercadona doou mais de 1.200 toneladas de bens de primeira necessidade a várias IPSS portuguesas, como os Bancos Alimentares do Porto, Aveiro, Braga e Viana do Castelo, a Cruz Vermelha ou a Cáritas portuguesa. Além disso a Mercadona doa diariamente de cada uma das suas 20 lojas a uma Cantina Social.

Paralelamente, a empresa mostrou também o seu apoio através de doações adicionais durante o ano, como foi o caso das entregas realizadas aos Centros de Acolhimento Temporário do Norte para doentes Covid-19, ao exército, bombeiros e polícia; a diversos Hospitais e ao Programa de Recolocação Voluntária de Menores Refugiados chegados da Grécia. Ou ainda a doação especial de Natal em que a Mercadona comprou para doar mais de 80.000 quilos de bens alimentares, distribuídos por diversas instituições nos distritos em que estamos presentes.

 

Uma política de ação social sustentável integrada na estratégia de Responsabilidade Social da Mercadona

Um dos compromissos que a Mercadona mantém com a sociedade é partilhar parte do que dela recebe. Com este objetivo, desenvolve o seu Plano de Responsabilidade Social, que vai ao encontro da componente social e ética através de distintas formas de atuação sustentáveis que reforçam a sua aposta no crescimento partilhado. Além disso, a Mercadona implementou várias estratégias para evitar e prevenir o desperdício alimentar.

Juntamente com a doação de alimentos, a empresa colabora com 32 fundações e centros ocupacionais na decoração das suas lojas com murais de trencadís (mosaicos típicos do Mediterrâneo), elaborados por mais de mil pessoas com incapacidade intelectual.

Outra linha estratégica do Plano de Responsabilidade Social é a sustentabilidade. Para tal, conta com um Sistema de Gestão Ambiental próprio, baseado nos princípios da Economia Circular e focado na otimização logística, na eficiência energética, gestão de resíduos, produção sustentável e na redução de plástico.

Nesse sentido, a Mercadona, juntamente com os seus Fornecedores Totaler, trabalha na Estratégia 6.25 para alcançar um triplo objetivo em 2025: reduzir 25 % do plástico, que todas as embalagens deste material sejam recicláveis, e ainda reciclar todos os resíduos plásticos. Desde o ano de 2011 que a Mercadona integra o Pacto Mundial das Nações Unidas para a defesa dos valores fundamentais dos direitos humanos, normas laborais, meio ambiente e luta contra a corrupção.

 

Assista ao vídeo de balanço da campanha.

Consulte aqui o Link com a lista completa de instituições sociais a quem doamos alimentos diariamente

 

Mapa de doações de alimentos em 2020

 

Representantes da Cruz Vermelha Portuguesa da Maia durante uma doação

 

Representantes da Mercadona e da Associação Novo Futuro (Porto), durante uma das doações de bens alimentares

 

 

 

 

Veja aqui o estudo na íntegra

 

A Exequator Portugal está a crescer, tendo conquistado novos clientes no âmbito da sua atividade core, de prestação de serviços jurídicos a clientes do setor financeiro.


A boutique jurídica nasceu em Portugal como legal partner do Grupo BC em Portugal, especializado em assessoria a processos hipotecários, e com uma vasta carteira de clientes do setor financeiro.

Segundo explica Sandra de Carvalho Dias, office manager da Exequator. “abrimos o escritório da Exequator em Portugal para dar serviços jurídicos aos clientes do Grupo BC – que por ser uma sociedade comercial não pode atuar como assessor jurídico–, mas, entretanto, já fomos contactados por mais alguns clientes novos, estando assim a aumentar a nossa atividade no mercado português”.

A Exequator - Sucursal em Portugal existe desde 2018, com o objetivo de disponibilizar serviços jurídicos aos clientes do Grupo BC, mas nos últimos meses “tem vindo a crescer de forma significativa, prestando serviços de assessoria jurídica nas principais áreas do direito, tanto a empresas como a investidores nacionais e estrangeiros”.

Nascida em 1994, a Exequator é uma sociedade de advogados autónoma, cujo sócio fundador, Ignacio Menéndez Morán, é advogado e administrador único em Espanha. Em Espanha, a equipa da Exequator é composta por 26 juristas.

“Em Portugal, podemos falar de uma equipa global residente ainda pequena, com oito pessoas, entre juristas e outros colaboradores. Depois, temos uma rede externa de cerca de 60 juristas a dar cobertura nacional aos nossos clientes”, adianta Sandra de Carvalho Dias.

A sucursal em Portugal é detida a 100% pela Exequator España.

 

MAPFRE Seguros recebeu o certificado de Gestão de Continuidade de Negócio, segundo a norma ISSO 22301, tornando-se a primeira seguradora, em Portugal, a obter esta certificação pela AENOR

Este certificado acredita que a MAPFRE Seguros tem um sistema de gestão de continuidade de negócio, tendo em conta a gestão dos riscos globais e a análise de impacto nos processos críticos de acordo com a Norma ISO 22301. A certificação reflete também a insistente procura pela proteção adequada, face às adversidades próprias do quotidiano de uma organização, algo crítico no setor de atividade em que a MAPFRE está inserida.


Mais uma vez a MAPFRE consegue ir ao encontro daquela que é uma das maiores prioridades, o serviço ao cliente através da eficiência, qualidade e melhoria contínua.

 

O Conselho da EDPR nomeou Miguel Stilwell de Andrade como presidente do Conselho da EDPR e CEO [presidente executivo] da EDPR, e Rui Teixeira, atual Administrador Executivo da EDPR e Consejero Delegado, como CFO [administrador financeiro] da EDPR”, pode ler-se num comunicado hoje enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

A empresa indicou ainda que para “maximizar a participação do Conselho de Administração da EDPR na gestão da empresa, o Conselho decidiu eliminar o órgão de Comissão Executiva, que incluía até agora os administradores executivos da empresa, fazendo com que os seus membros sejam integrados numa equipa de gestão.

A assembleia-geral de acionistas da EDP aprovou hoje o novo Conselho de Administração Executivo (CAE) para 2021-2023, liderado por Miguel Stilwell de Andrade, com os mesmos salários que a anterior equipa de António Mexia.

 

O BBVA procedeu à montagem e subscrição de uma nova emissão de obrigações indexadas ao desempenho da SONAE em indicadores ambientais, sociais e de governo corporativo (ESG), no montante de 20 milhões de euros. O spread final desta operação depende do cumprimento de metas relacionadas com a liderança no feminino e com a redução das emissões de CO2.

As metas estabelecidas pela Sonae para o cumprimento dos indicadores definidos foram certificadas por uma entidade externa independente, garantindo assim que os mesmos estão alinhados com os Sustainability Linked Loans Principles.


A Sonae anunciou recentemente a atualização do seu Plano para a Igualdade de Género, com metas ainda mais ambiciosas para a liderança no feminino, bem como o compromisso da neutralidade carbónica em 2040, dez anos antes da meta definida pela União Europeia.


BBVA, Uma referência em financiamento sustentável


O BBVA assume, uma vez mais o seu compromisso com metas definidas no acordo de Paris apoiando as empresas Portuguesas no cumprimento das suas metas de sustentabilidade. Depois da NOS foi a vez da Sonae, de na mesma semana, beneficiar de uma potencial bonificação dos seus custos financeiros cumprindo as metas de sustentabilidade previamente estabelecidas. O BBVA disponibiliza aos seus clientes todo o tipo de serviços financeiros no âmbito da sustentabilidade, nomeadamente na estruturação e montagem de diferentes tipos de operações no Mercado de Capitais Português.


O BBVA em 2018 estabeleceu como prioritário o financiamento sustentável, para tal definiu que seriam mobilizados Eur 100Bn até 2025 com esse objectivo. Até ao momento centenas de empresas já beneficiaram deste tipo de financiamento tendo o BBVA utilizado cerca de Eur 40Bn do montante inicialmente proposto. Esse montante dividiu-se da seguinte maneira, 62,13% foram alocados a financiamentos “verdes”, 13,68% a outros financiamentos sustentáveis, 13% financiamentos que promovam a inclusão financeira e o empreendedorismo e 11,25% em infraestruturas
sociais e “agrobusiness".

O BBVA está em primeiro lugar entre os Bancos Europeus no Dow Jones Sustainability Index, o índice de referencia do mercado, que mede a performance
económica, ambiental e social das maiores empresas mundiais em termos de capitalização bolsista. E em terceiro no ranking mundial.

 


Sobre a SONAE:
A Sonae é uma multinacional que gere um portefólio diversificado de negócios nas áreas de retalho, serviços financeiros, tecnologia, centros comerciais e
telecomunicações. A sua missão é criar valor económico e social de longo prazo, levando os benefícios do progresso e da inovação a um número crescente de
pessoas.

Presente em cerca de 70 países e com um volume de negócios de 6,4 mil milhões de euros em 2019, a Sonae assume a sustentabilidade como parte integrante da génese do Grupo e da forma de gerir os negócios, sobretudo através dos cinco eixos de atuação prioritários: CO2 e alterações climáticas, Natureza e biodiversidade, Plásticos, Desigualdades e desenvolvimento inclusivo e Apoio à comunidade.


Andreia Madeira
Communications
Tlm +351 961 023 269 – Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.


For more financial information about BBVA visit:
http://shareholdersandinvestors.bbva.com


For more BBVA news visit: https://www.bbva.com

 

 

A Cepsa acaba de lançar um novo lubrificante, o XTAR 5W30 LONG LIFE W, que permite uma maior poupança de combustível e garante uma maior eficiência e proteção dos motores.


Trata-se de um lubrificante que cumpre os mais recentes requisitos das normas em vigor, é 100% sintético, alcança os máximos intervalos de mudança recomendados pelos principais fabricantes e tem um baixo teor de cinzas, características que lhe conferem garantias de ser um produto de última geração, e que protege o funcionamento dos catalisadores e dos filtros de partículas.


O XTAR 5W30 LONG LIFE W tem excelentes propriedades de emulsão para combater a diluição do ar e/ou combustível, e tem uma forte capacidade anticorrosiva. Fatores que o tornam especialmente recomendado para veículos híbridos, a gás (GLP/GNC), gasolina ou diesel, equipados com filtro de partículas (DFP/GPF) e, em especial, para os motores do Grupo VAG (VW, Audi, Seat, Skoda) que requerem um lubrificante que cumpra a norma VW 504.00 / 507.00.


Este lubrificante vem substituir o XTAR 5W30 504 507, foi sujeito a um conjunto mais extenso e exigente de ensaios de motor e superou o ensaio de estabilidade à oxidação.


Tem a especificação API SP, a de maior qualidade no mercado, incorporando ensaios associados a veículos modernos, como a proteção contra o fenómeno
LSPI, proteção do turbocompressor, entre outros.

 

 

 

CEPSA Portuguesa Petróleos, S.A. - Comunicação
Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. /Tel: 21 721 76 00 / www.cepsa.pt

 

O NOVO BANCO foi eleito, pelo terceiro ano consecutivo, o melhor banco na área de Trade Finance, em Portugal(*), pela revista internacional “Global Finance”.

Os editores desta revista, bem como os analistas do setor, gestores de empresas e especialistas em tecnologias da informação, selecionaram os melhores bancos e outros prestadores de serviços na área do Trade Finance em 102 países e 8 regiões dos Estados Unidos da América.

 

O Trade Finance foi um setor atingido de forma particularmente dura pelas consequências da pandemia COVID-19, tendo os seus prestadores sido forçados a responder e a adaptar-se aos desafios imprevistos apresentados pela mesma. Perante este cenário adverso, foram distinguidos os prestadores que melhor se posicionaram na apresentação de soluções aos seus clientes, quer por via da inovação tecnológica quer por recurso a apoio especializado que permitiu ultrapassar este desafio sem precedentes.

 

Este prémio, para além de reforçar o papel do NOVO BANCO no apoio à atividade das Empresas, representa o reconhecimento internacional das competências do Banco nesta importante vertente de negócio, seja pela vasta oferta de produtos, seja no apoio na gestão do risco, seja ainda pela sua equipa especializada que potencia o sucesso das operações de comércio internacional, em geral, promovendo o apoio necessário à exportação, em particular.

 

A revista Global Finance, fundada em 1987, tem uma tiragem de 50.000 exemplares, com leitores em 191 países, selecionando regularmente os bancos e outros prestadores de serviços financeiros que se destacaram em várias linhas de negócio.

 

 

(*) Este prémio é da exclusiva responsabilidade da entidade que o atribuiu.

 

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5 tendências do mercado de trabalho durante a pandemia

 

As tendências atuais do mercado de trabalho estão inteiramente centradas na Covid-19 e no seu impacto. As circunstâncias estão a mudar rapidamente e tudo indica que muitas das transformações ocorridas nos últimos 10 meses irão perdurar após a pandemia. A Adecco é especialista em recursos humanos e outsourcing.

 

  1. O desafio de contratar durante a pandemia

A maioria dos governos prestou especial atenção às pessoas cujos empregos estão ameaçados pela pandemia: os profissionais do turismo, restauração, alojamento e comércio foram particularmente afetados, embora a atividade económica não tenha parado totalmente.

Mas se as empresas do canal HORECA foram afetadas, acentuou-se a necessidade de comprar alimentos, pessoalmente ou online, pelo que os retalhistas têm de contratar pessoal adicional para fazer face à procura. Estes perfis tornam-se indispensáveis, e há que ter em consideração que estes profissionais não podem seguir as normas de distanciamento social ou ficar em casa.

Em outros setores de atividade, as empresas devem observar a atividade após a pandemia. Com uma considerável percentagem de pessoas a trabalhar a partir de casa, faz sentido a realização de entrevistas à distância.

 

  1. Gestão de novos locais de trabalho remotos

Qualquer liderança enfrenta o desafio de transformar toda a sua força de trabalho numa grande equipa remota. Algumas empresas terão dificuldades acrescidas em gerir o seu negócio com este modelo de trabalho à distância. Por exemplo, agora que as suas equipas estão dispersas, empresas como o Twitter, têm de reconsiderar os seus processos de moderação de conteúdo, um problema agravado com o grande volume de desinformação que está a ser publicado sobre a pandemia.

 

  1. Não esquecer a saúde mental e o bem-estar dos profissionais

Muitos dos profissionais que trabalham agora a partir de casa poderão sofrer algum tipo de stresse. É importante que os gestores equacionem se os seus funcionários têm: a tecnologia de que necessitam e se tudo funciona corretamente; um espaço de trabalho confortável em casa; se conseguem trabalhar sem distrações em regime de teletrabalho. E, tal como estas, surgem muitas mais questões neste novo modelo de trabalho a partir de casa que exige das empresas disponibilidade e capacidade de resolução dos problemas logísticos e técnicos que surgem aos funcionários.

Acrescente-se o stresse gerado pela própria pandemia, o seu desenvolvimento e clima de incerteza, as empresas devem considerar, de igual forma, o bem-estar e os cuidados de saúde mental dos seus funcionários a trabalhar à distância.

 

  1. Empresas que ajudam a superar a crise do mercado de trabalho durante a pandemia

Muitas empresas podem encontrar formas de ajudar durante a crise, redirecionando a sua capacidade produtiva para as necessidades geradas pela pandemia. Algumas empresas estão a investigar como podem ajudar a produzir ventiladores. No Reino Unido, o Secretário da Saúde Matt Hancock abordou fabricantes de automóveis e engenheiros militares sobre a produção de ventiladores, antecipando as necessidades. Em Itália, há empresas de impressão 3D que fabricam válvulas respiratórias para hospitais que esgotaram o seu stock.

Em Portugal, várias empresas têxteis adaptaram as suas máquinas à produção de máscaras e materiais de proteção individual hospitalar.

Os centros de formação estão a disponibilizar os seus recursos online gratuitamente, tanto para ajudar as crianças cujas escolas fecharam, como para proporcionar oportunidades de formação e capacitação aos trabalhadores. Aproveite a oportunidade do confinamento ou do teletrabalho para melhorar as suas competências digitais.

 

  1. Certifique-se em manter a moral elevada

Finalmente, no meio da evolução do mercado de trabalho durante a pandemia, é extremamente importante manter um estado de espírito positivo. Como lidamos com o clima de incerteza e mantemos a moral elevada? Cada pessoa é um mundo só para si, mas de um modo geral, é aconselhável permanecer calmo durante as comunicações com os colegas, ser menos intransigente em políticas de empresas para se adaptar aos novos desafios, e tomar medidas para mitigar os riscos, tais como a utilização de desinfetante de mãos e a intensificação da limpeza e higienização dos escritórios, caso as equipas estejam a funcionar em regime misto (trabalho à distância e presencial).

Os empregadores têm um papel importante a desempenhar para dar motivação aos profissionais e transmitir um sentido de missão neste momento difícil.

Durante a crise do coronavírus, houve profundas alterações nos modelos de funcionamento social, empresarial, pessoal e o mercado evoluiu muito nestes últimos 10 meses.  Com maior ou menor grau de reconversão, e apesar das dificuldades e limitações, as empresas continuam a laborar, a produzir e a adaptar-se.

 

 

  • Mercadona é uma das empresas fundadoras do “Pacto Contra a Violência”, promovido pela Secretária de Estado para Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro.
  • O objetivo passa por aplicar práticas organizacionais de prevenção e resposta na violência contra as mulheres e violência doméstica, em articulação com a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG).
  • Princípio da igualdade de tratamento e de oportunidades faz parte do Modelo de Gestão de Qualidade Total da Mercadona.

 

A Mercadona, dentro do forte compromisso que mantém há vários anos na luta contra a violência, integra o conjunto de empresas fundadoras do “Pacto Contra a Violência”, assinado recentemente com a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG). O objetivo deste Pacto é criar e formalizar uma rede de entidades que contribuem ativamente para o apoio a esta causa.

O convite, dirigido pela Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro, é fruto da colaboração que a Mercadona tem vindo a desenvolver com este organismo, contribuindo para a sensibilização dos seus “Chefes” (clientes) e trabalhadores para a problemática da violência, bem como para o apoio a vítimas de violência integradas na Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica (RNAVVD).

Elena Ribelles, Diretora de Igualdade do grupo Mercadona, Rosa Monteiro, Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, e Sandra Ribeiro, Presidente da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, formalizaram assinatura do “Pacto Contra a Violência”.

 

Segundo Elena Ribelles, Diretora de Igualdade do grupo, “O Modelo empresarial da Mercadona baseia-se na igualdade de oportunidades, fomentando a equidade e respeito mútuo entre os trabalhadores e trabalhadoras. Materializamos isto através de medidas internas – em Espanha já altamente desenvolvidas e em Portugal em fase de arranque. Prova disso é a assinatura deste Pacto Contra a Violência, que sela o nosso compromisso contra esta problemática, que é responsabilidade de todos e na qual as empresas devem ter voz ativa, sensibilizando os seus colaboradores, assegurando espaços de trabalho seguros e apoiando as vítimas”.

Tal como é prática do grupo em Espanha, a Mercadona tem vindo a colaborar na divulgação de campanhas de sensibilização e informação dirigidas às vítimas de violência doméstica em Portugal, bem como a todas as pessoas que podem ser elementos-chave na identificação de novos casos.

Com o objetivo de proteger os seus colaboradores vítimas de violência de género, a Mercadona tem em prática, desde 2014, um protocolo de atuação que consiste em apoiar estas vítimas de forma imediata com assistência, assessoria legal e psicológica.

Por outro lado, dentro da sua política de Responsabilidade Social, a Mercadona doa regularmente bens essenciais a diversas entidades, tendo já apoiado várias instituições sociais que acolhem vítimas de violência nos distritos onde está presente: Porto, Braga, Aveiro e Viana do Castelo.

 

MERCADONA: IGUALDADE E DIVERSIDADE

A Mercadona defende o princípio da igualdade de tratamento e de oportunidades em todos os âmbitos. Este quadro integrador gera uma política de neutralidade empresarial, comprovada pelos próprios dados:

- 62% da equipa são mulheres;

- Das 849 pessoas promovidas em 2019, 40% são mulheres;

- A empresa tem 1.877 mulheres em cargos de direção, 47% do total;

- 57 nacionalidades diferentes e 635 colaboradores com vários níveis de incapacidade diferentes compõem os quadros da empresa.

A Mercadona conta com um Plano de Igualdade integrado no seu Contrato Coletivo de Empresa em Espanha, que garante um ambiente laboral com qualidade e que procura avançar na igualdade de tratamento e oportunidades, garantir a equidade retributiva, prevenir e eliminar qualquer possibilidade de discriminação e garantir o exercício corresponsável dos direitos de conciliação pessoal, familiar e laboral. A consciencialização é fundamental para promover um ambiente de trabalho coeso, uma vez que permite construir relações profissionais saudáveis, prevenir a discriminação e gerar equipas unidas e competitivas. A Mercadona desenvolveu ainda, em 2009, um Plano de Igualdade e um Protocolo de Assédio

A igualdade de género é uma premissa base da Mercadona, que conta ainda com uma política salarial transparente e igualitária, baseada no princípio de “para a mesma responsabilidade, o mesmo salário”.

 

 

 

 

Andrés Baltar é um profissional de banca de Empresas e de investimento com mais de 30 anos de experiência. Andrés começou sua carreira na banca no The Chase Manhattan Bank como analista de crédito, em Madrid, exercendo depois uma função de front office nos setores de Infraestrutura, Construção, Engenharia e Imobiliário.

 

Em 2001, juntou-se ao Barclays para fazer parte da equipa de Investment Banking em Espanha, sendo responsável pelos negócios de Dívidas do Mercado de Capitais e Derivados. Em 2010 Andrés foi nomeado como responsável pelo negócio da Banca de Empresas, inicialmente em Espanha, e pouco depois estendido à Península Ibérica, e a seguir mudou-se para o Dubai com a responsabilidade da Banca de Empresas para o Médio Oriente.

 

Em 2018, Andrés integra a Comissão Executiva do Barclays na Europa como Head of Corporate Banking, cobrindo nove países da Europa continental.

 

Andrés é formado em Administração de Empresas pela Universidad de Deusto em Bilbao.

 

 

Celebre a melhor época festiva de sempre com todo o conforto, tradição e segurança.

 

O Natal é tempo de cumprir as tradições de família e deliciar-se com o melhor da nossa gastronomia.

Depois de um ano atípico, com vários períodos de confinamento, sentimos mais do que nunca a vontade de celebrar junto de quem mais gostamos.

Apesar de todas as restrições que se têm colocado nos últimos dias, o Lisbon Marriott Hotel acredita que o Natal pode ser celebrado com segurança, conforto e precaução.

Por isso mesmo, optámos por trazer o Natal até sua casa, para poder usufruir do seu tempo livre junto de quem mais gosta, sem preocupações com a cozinha e garantindo todas as normas de segurança.

O serviço de take-away ou home delivery do Lisbon Marriott Hotel disponibiliza o saboroso perú assado (2,5kg), recheado para oito pessoas, no valor de 69€ ,leitão ou cabrito assado(8 a 10 pessoas) por 79€, ganso (4 a 5 pessoas) por 59€,  e pato (3 a 4 pessoas) a 39€ ,com molho e acompanhamento à parte.

 

Como acompanhamento oferecemos arroz no forno com frutos secos ,batata assada com alho e alecrim, legumes assados com tomilho, esparregado com espinafres e dumplings ou couve roxa.

 

Para sobremesa: Bundt Cake de Laranja e Toffee por apenas 15€

 

As encomendas de Natal devem ser feitas com pelo menos 48 horas de antecedência, até dia 15 de Janeiro através do telefone 21 723 54 00 ou Whatsapp 91 439 10 60 e depois levantadas no Lisbon Marriott Hotel, localizado na Av. dos Combatentes. O serviço home delivery, tem taxa de entrega a partir de 5€, dependendo da zona.

 

Mais informações:

Ana Caetano

Public Relations Manager

Lisbon Marriott Hotel

Tel. +351 21 723 55 16                   

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