EDP escolhe três startups no Free Electrons para explorar novas soluções de negócio
A startup inglesa Vyntelligence foi a grande vencedora do programa mundial de aceleração de negócio de
startups que terminou hoje. Edição deste ano bateu recorde de candidaturas.
Chegou ao fim mais uma edição do Free Electrons, o programa mundial de aceleração de negócio de startups que liga as mais promissoras startups a 10 das maiores elétricas internacionais. Esta quinta feira, numa cerimónia realizada remotamente, foi anunciado o vencedor desta quarta edição do programa. A Vyntelligence foi a startup escolhida pelas gigantes do setor energético para receber o maior prémio, no valor de 200 mil dólares, por apresentar uma solução de smart vídeo e inteligência artificial que simplifica e melhora a captura de dados, resultando num aumento de eficiência operacional e experiência do cliente.
Além da Vyntelligence, houve mais duas startups - NET2GRID e Chargetrip – que também captaram o interesse da EDP que, através da EDP Comercial, já se encontra a desenvolver projetos-piloto com estas três jovens empresas, encontrando-se a avaliar também projetos-piloto com outras três startups.
A Vyntelligence irá permitir à EDP testar a ferramenta de smart vídeo desta startup inglesa que, através de inteligência artificial, facilita a entrega de relatórios de operações no terreno. A catalogação e identificação correta dos vídeos capturados pelos técnicos de campo irão também permitir à EDP otimizar os processos de campo e entregar um serviço mais competitivo.
A NET2GRID desenvolve produtos para clientes residenciais que são vendidos em parceria com fornecedores de energia. A plataforma da NET2GRID reduz o custo de atendimento a esses fornecedores e aumenta o envolvimento do cliente. A EDP irá testar esta solução e avaliar os seus benefícios para o aumento da ligação com o cliente usando dados de smart meters.
A Chargetrip oferece navegação inteligente e planeamento de rotas para veículos elétricos, como uma plataforma SaaS baseada em API. A empresa pretende mostrar que é possível aumentar a autonomia de baterias e ajudar na transição de novos utilizadores de carros elétricos. A EDP vai testar o EV Web Route Planner da Chargetrip que, por sua vez, irá permitir que utilizadores de veículos elétricos em Portugal e Espanha experimentem os benefícios durante os trajetos. As vantagens para condutores de EV incluem um melhor planeamento de viagens, redução da ansiedade relacionada com a autonomia do veículo e a escolha dos melhores pontos de carregamento.
“A decisão de avançar para um formato 100% digital aconteceu ainda antes do período de confinamento na Europa, uma vez que fazem parte do Free Electrons outros parceiros da Ásia e Austrália que já se encontravam em estado de emergência devido à pandemia. Cancelar ou adiar nunca esteve em cima da mesa, pois o espírito do Programa é o de “fazer acontecer” e obter resultados. A verdade é que foi uma edição diferente, porém com resultados extraordinários, tal como revelam os números, com os intervenientes fisicamente distantes uns dos outros, mas a interagir de forma digital, recriando o ambiente Free Electrons que prevaleceu ao longo destes 7 meses de trabalho. Estamos todos de parabéns, Utilities, Startups e Beta-i, por tudo o que conseguimos alcançar e por todos os projetos que já estão a decorrer. Foi uma edição incrível!” afirma Carla Pimenta, Head of Startup Engagement at EDP Innovation.
Recorde de candidaturas em 2020
Enquanto fundadora do Free Electrons, a EDP já desenvolveu 18 projetos-piloto e investiu cerca de 20 milhões de euros em seis startups ao longo de três anos, sendo que cerca de metade desse valor corresponde à aquisição de produtos ou serviços. Lançado em janeiro, o programa atingiu este ano o recorde de candidaturas, recebendo mais de 850 inscrições de startups de 86 países diferentes. Após o bootcamp inicial, que contou com a participação de 35 startups, foram selecionadas 15 para integrar o Free Electrons e, durante cinco meses, participar nos três módulos mundiais que, devido à pandemia, se realizaram de forma 100% virtual.
Em quatro anos de duração do programa, passaram pelo Free Electrons mais de 130 startups que apresentaram as suas soluções em mais de 1.400 reuniões com as utilities, dando origem ao desenvolvimento cerca de 100 projetos-piloto e investimentos de mais de 50 milhões de dólares.
Os membros fundadores do Free Electrons são a Ausnet Services (Austrália), DEWA (Dubai), EDP (Portugal), ESB (Irlanda), Innogy (Alemanha), Origin Energy (Austrália), SP Group (Singapura) e Tokyo Electric Power Company (Japão). Em 2018, juntaram-se ao programa a American Electric Power (EUA) e a CLP (Hong Kong). O Free Electrons é apoiado pela portuguesa Beta-i.
Startups Finalistas
Allume Energy (Australia) - allumeenergy.com.au
AMPLY Power (EUA) - www.amplypower.com
Chargetrip (Holanda) - chargetrip.com
Disruptive Technologies (Noruega) - www.disruptive-technologies.com
EnergyX (Canadá) - www.energyxsolutions.com
FlexiDAO (Espanha) - www.flexidao.com
fos4X (Alemanha) - www.fos4x.de
Future Grid (Australia) - future-grid.com
GridIO (Estónia) - gridio.io
NET2GRID (Holanda) - www.net2grid.com
Ripple Energy (Reino Unido) - www.rippleenergy.com
Soraytec (Noruega) - www.soraytec.com
Tesselo (Portugal) - tesselo.com
Vutiliti (EUA) - vutiliti.com
Vyntelligence (Reino Unido) - vyntelligence.com
Entre as finalistas está a Tesselo, startup com sede em Portugal que utiliza imagens de satélite inteligentes para combater desafios ambientais. Fundada em 2017, a empresa opera a partir de Lisboa, onde tem a sua equipa técnica, incluindo engenheiros ambientais, agrónomos e especialistas da indústria. Ao combinar a utilização de imagens de satélite e Inteligência Artificial (IA), a Tesselo fornece informações em tempo real sobre áreas como a agricultura, a floresta e as infraestruturas, com o objetivo de apoiar empresas na prevenção de incêndios ou de danos em redes elétricas, e no planeamento urbano.
Interessado em participar? Descubra tudo sobre a edição 2021 do programa e registe-se em https://freeelectrons.org/.
ENDESA adjudica demolição da central térmica de Compostilla a empresa portuguesa
- A empresa Recifemetal, que petence ao grupo português Ambigroup vai gerir o projecto de desmantelamento da central
- Os trabalhos, que vão prolongar-se durante 48 meses e irão criar 130 empregos, serão compatibilizados com os possíveis projetos do Plano Futur-e que Endesa está a analisar
- 80% dos trabalhadores que vão participar no desmantelamento será proveniente das empresas auxiliares da térmica ou serão residentes nas localidades próximas da central
- A adjudicação faz parte da despesa (superior a 62 milhões de euros) que a Endesa terá de suportar para deixar o local em condições de poder enfrentar o desenvolvimento de projetos empresariais previsto para a zona.
- Através da aplicação de critérios de economia circular, será feita uma demolição seletiva separando e caracterizando cada uma das 266.870 toneladas que compõem a instalação, o que permitirá o aproveitamento dos residuos.
A Endesa adjudicou à empresa portuguesa Recifemetal, que pertence ao Grupo Ambigroup o desmantelamento da central térmica de Compostilla, situada em Cubillos del Sil, uma operação de grande complexidade técnica que mobilizará diretamente cerca de 130 pessoas, que irão desenvolver os trabalhos durante 48 meses. 80% dos trabalhadores que irão participar nos trabalhos será proveniente da comarca de Bierzo.
Esta adjudicação faz parte da despesa (superior a 62 milhões de euros) que a Endesa terá de suportar para deixar o local em condições de poder receber uma utilização futura. O início dos trabalhos prévios ao desmantelamento ocorrerá ao longo do mês de novembro.
A equipa que irá desenvolver os trabalhos de desmantelamento será integrada por trabalhadores oriundos, na sua maioria, de antigas empresas contratadas da central térmica de Compostilla ou residentes na comarca de Bierzo, com prioridade para os municípios de Cubillos del Sil, Ponferrada e Cabañas Raras. A Endesa, em linha com o seu compromisso com a sustentabilidade, deu prioridade no concurso de adjudicação da obra, entre outros aspetos, à oferta que incluía o maior número de trabalhadores locais.
Para a capacitação desta equipa estão a ser realizadas ações de formação, com o objetivo de melhorar a confiança, o envolvimento com a comunidade local e a empregabilidade dos trabalhadores da zona, uma das medidas de criação de valor partilhado contempladas no plano Futur- e da Endesa.
O projeto de desmantelamento da central térmica de Compostilla está concebido para compatibilizar os trabalhos de demolição com ações de desenvolvimento de futuros projetos atualmente em período de avaliação dentro do concurso organizado no plano Futur-e para o aproveitamento da atual instalação. Para isso será necessário realizar uma planificação exaustiva e uma coordenação dos trabalhos, dando prioridade à segurança e à saúde laboral, bem como a todos os aspetos relacionados com a preservação do meio ambiente.
Economia circular para o desmantelamento
A gestão do projeto de demolição vai ser desenvolvida por uma equipa de alta qualificação, que é o que exige uma tarefa tão complexa como a que se vai realizar em Compostilla. Os trabalhos irão começar nos próximos meses, após a implantação da empresa Recifemetal na zona.
Para realizar a gestão integral de desmantelamento será aplicado um sistema de demolição seletiva para separar e caracterizar cada uma das 266.870 toneladas que integram o volume da demolição. Este método, aliado à aplicação da economia circular na gestão de resíduos, permitirá um aproveitamento máximo dos resíduos, quer para a sua posterior reutilização, dando-lhes uma segunda utilização, quer como matéria prima, minimizando assim a fração destinada a aterro.
No âmbito do compromisso de economia circular da Endesa está prevista a reutilização dos resíduos de betão, contando para isso com um equipamento de trituração com capacidade para tratar 300 toneladas por hora, composto por uma britadeira de mandíbulas, um separador magnético para a separação das armaduras desprendidas e uma peneira para a classificação dos betões britados. Desta forma, o aço das armaduras será recuperado e o agregado reciclado será utilizado para preencher os vazios gerados nas obras, assim como na remodelação morfológica do terreno após as demolições.
Para reduzir ao máximo os efeitos sobre o meio ambiente, será implementado um plano exaustivo de vigilância ambiental, com atenção especial para as emissões e descargas durante a execução das tarefas.
NOVO BANCO reforça o apoio à internacionalização e às exportações nacionais
Portugal Exportador e
Prémios Exportação & Internacionalização 2020
NOVO BANCO reforça o apoio à
internacionalização e às exportações nacionais
O incremento e a diversificação das exportações nacionais, que tem ocorrido ao longo dos últimos anos, é inquestionável e com evidentes reflexos na economia portuguesa.
Inquestionável é também a disrupção que o atual contexto de COVID-19 e as incertezas associadas à sua evolução têm vindo a provocar mundialmente, a todos os níveis, e a importância que a recuperação da economia e das exportações nacionais assume presentemente para todos.
O NOVO BANCO tem sido, desde sempre, um banco de referência para as empresas portuguesas, com um destaque especial para as empresas exportadoras, e, no enquadramento da situação de pandemia que vivemos, tem procurado apoiá-las através da disponibilização de financiamentos e outras medidas especiais, como as moratórias de crédito.
O NOVO BANCO está ciente que no caso da exportação e da internacionalização é mais importante do que nunca, entre outros, a partilha de experiências, o conhecimento mais aprofundado dos mercados, a informação de consultoria especializada ou novas oportunidades como o acesso direto a compradores internacionais, para permitir que as empresas ajustem as suas estratégias atuais ou definam novas e assim incrementar o seu negócio e as suas exportações.
Deste modo, o NOVO BANCO, em parceria com a Fundação AIP e o AICEP Portugal Global, leva a cabo mais uma edição, a 15ª, daquele que é considerado o maior evento de promoção das exportações e da internacionalização, realizado em Portugal: o Portugal Exportador.
O Portugal Exportador 2020, decorrerá este ano, no dia 18 de novembro, num formato predominantemente digital, dada a atual situação pandémica, e terão lugar de destaque os workshops em formato Webinar, as formações e cafés temáticos sobre diversos temas de relevo para quem exporta ou quer exportar, as reuniões com Web Buyers, meetings B2B e uma nova vertente de networking com matchmaking.
Inscreva-se e saiba tudo sobre o Portugal Exportador em www.portugalexportador.pt.
E porque os exemplos de sucesso na exportação e na internacionalização são também eles importantes para servir de referência a todas as empresas, no próximo dia 3 de dezembro, terá lugar mais uma cerimónia de entrega dos Prémios Exportação & Internacionalização, desta vez realizada no contexto de uma conferência.
Os Prémios Exportação & Internacionalização são uma iniciativa do NOVO BANCO e do Jornal de Negócios, em parceria com a IBERINFORM Portugal.
Saiba mais sobre os Prémios Exportação & Internacionalização e candidate-se, na vertente de internacionalização, em www.novobanco.pt/premiosexportinternac e em cofinaeventos.com/premioexportacaoeinternacionalizacao.
Mapfre lança rendimento ativo
No seguimento do aumento da procura dos portugueses por soluções que façam crescer as suas poupanças

Numa altura em que o Instituto Nacional de Estatística confirma que a taxa de poupança do primeiro trimestre deste ano aumentou para os 7,4%, atingindo o valor mais elevado desde 2014, a seguradora MAPFRE lança o MAPFRE Rendimento Ativo, um produto de investimento a médio prazo, com garantia de capital e expetativa de rentabilidade anual de 2,55%.
Segundo Luis Anula, CEO da MAPFRE Portugal, “este lançamento vem na altura certa, uma vez que pretende ir ao encontro desta crescente preocupação dos portugueses em investir em produtos que permitam maior estabilidade financeira no futuro, reflectindo também a nossa aposta na oferta de soluções adequadas às necessidades de poupança dos nossos clientes”.
Com subscrição facilitada e uma entrega mínima de 3.000 euros, o MAPFRE Rendimento Ativo tem vencimento em setembro de 2026, com possibilidade de receber, anualmente, um rendimento de 2,55% do capital investido. A sua rentabilidade está vinculada à evolução do índice EUROSTOXX SELECT DIVIDEND 30, que engloba 30 grandes empresas europeias, com uma carteira de ações muito diversificadas e com alto rendimento por dividendo.
No final do contrato, há garantia de 100% do valor investido, desde que o cliente tenha recebido, no mínimo, um rendimento anual, entre 2021 e 2026.
“A MAPFRE é uma das seguradoras mais solventes do mercado português, capaz de suportar os mais exigentes stresses que possam surgir por alterações do enquadramento económico e social”, acrescenta Luis Anula. A companhia apresenta um dos melhores rácios de solvência do mercado (MAPFRE Seguros de Vida com 307% e MAPFRE Seguros Gerais com 289%), sendo que o rácio de solvência médio do mercado é de 162%.
O novo MAPFRE Rendimento Ativo está disponível em todas as lojas e agentes MAPFRE do país e vem reforçar o posicionamento da MAPFRE como uma referência em soluções de investimento e poupança.
Sobre a MAPFRE Seguros:
Em Portugal desde 1986, a MAPFRE Seguros possui uma rede de mais de 100 lojas em todo o País. A nível internacional, a MAPFRE é a maior multinacional de seguros de origem espanhola do mundo, a o terceiro maior grupo segurador na América Latina e líder em Não Vida na região. Com 26 milhões de clientes, emprega 34 mil colaboradores nos cinco continentes em que opera, tendo atingido em 2019 cerca de 28 mil milhões de euros de receitas, com um lucro líquido de 609 milhões de euros.
Para mais informações, consulte www.mapfre.pt.
Informações adicionais:
Deep Step Comunicação
Joana Fernandes/Sandra Correia
Tel. 21-893 70 50
BBVA lança um fundo de pensões pioneiro gerido com critérios de investimento socialmente responsável
Fundo de pensões sustentável BBVA
A BBVA Fundos – SGFP S.A. alterou a política de investimento de um dos seus fundos de pensões abertos, tornando-o na sua primeira solução com critérios de investimento socialmente responsável (ISR).
Trata-se de um fundo de pensões aberto pioneiro no mercado português, ao incorporar filtros muito rigorosos de investimento em todas as classes de ativos, para selecionar apenas ativos de maior qualidade e menor probabilidade de eventos negativos no curto e no longo prazo.
O BBVA Sustentável Moderado ISR é uma alternativa para direcionar a poupança para a reforma, a qual está intrinsecamente associada ao longo prazo, um horizonte onde os benefícios do investimento sustentável são maximizados.
O investimento socialmente responsável completa os critérios financeiros tradicionais através de critérios ambientais, sociais e de governação, com a finalidade de oferecer um melhor binómio de rentabilidade-risco a médio e longo prazo, ao mesmo tempo que contribui para o desenvolvimento sustentável das gerações futuras. Os critérios ISR ajudam a mitigar os riscos e a aproveitar oportunidades de investimento, aumentando a probabilidade de se obter um bom comportamento a longo prazo. As empresas que adotam práticas sustentáveis hoje têm maior probabilidade de serem as vencedoras do futuro.
O BBVA Sustentável Moderado ISR é adequado para aforradores com um horizonte temporal de médio/longo prazo ou com um perfil moderado, procurando uma abordagem de crescimento moderada e a sustentabilidade dos seus investimentos. O fundo tem um perfil de risco moderado com um intervalo de investimento no mercado acionista entre 30% e 50%.
A carteira beneficia do robusto processo de alocação de ativos da BBVA Asset Management, com diversificação, foco no controlo do risco e preservação de capital.
Ao selecionar os ativos em carteira, a equipa de gestão utilizará critérios de investimento socialmente responsável em todas as tipologias de ativos, apostando em companhias com boas perspetivas ISR e em governos com qualidade creditícia e consciencializados com práticas sustentáveis. A medição destes critérios é objetiva, através do MSCI ESG Research, entidade que assigna uma qualificação às empresas do universo de investimento do índice MSCI Word.
O investimento sustentável tem sido muito importante nos últimos cinco anos e será ainda mais nos próximos anos, pela procura futura e pelo crescimento da aceitação pela comunidade de investimento, pela regulamentação e pelas necessidades dos clientes, os quais cada vez mais estão focados na sustentabilidade. O investimento sustentável não é uma moda, mas uma forma sensata e racional de investir, na medida em que é rentável e gera benefícios a longo prazo com um nível de risco mais controlado.
No Grupo BBVA, a gestão de ativos é organizada de uma forma transversal, através da BBVA Asset Management, unidade de negócio que engloba as gestoras de fundos de investimento e de pensões a nível global.
A equipa responsável pela gestão deste fundo de pensões aberto gere soluções ISR há mais de 10 anos, com resultados consistentes ao longo do tempo.
Os pilares do investimento socialmente responsável
O BBVA Sustentável Moderado ISR é um fundo pioneiro em Portugal, com uma abordagem completa em todos os pilares do investimento socialmente responsável:
- Integração de critérios ISR em todas as classes de ativos com investimento nas melhores companhias e governos em termos de critérios ambientais, sociais e de governação.
- Menor pegada de carbono do que o índice de referência
- Investimento de impacto baseado nos objetivos de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas (ODS)
- Exclusão de companhias que não cumpram com o Pacto Mundial das Nações Unidas, sectores controversos e piores companhias e governos que não cumpram com os nossos critérios de mínimos exigíveis em governação, ambiente e social.
Ao incorporarmos critérios ISR, tomamos melhores decisões de investimento uma vez que estas se tornam mais completas. Por exemplo, no mercado acionista em 1970, 17% do valor de uma empresa era representado por valores intangíveis sendo agora essa percentagem de 87%. Os critérios ISR ajudam a desvendar grande parte desse valor.
A BBVA Asset Management foi pioneira na adoção e está comprometida com a aplicação de critérios ESG nos investimentos na península ibérica e tem 20 anos de experiência neste campo.
O Compromisso BBVA 2025
Em linha com o Plano de Ação da Comissão Europeia sobre finanças sustentáveis, o BBVA assumiu o “Compromisso 2025”, a estratégia de alteração climática e desenvolvimento sustentável do banco para avançar na consecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas e do Acordo de Paris sobre Alterações Climáticas.
Trata-se de um compromisso a oito anos (2018-2025) baseado em tês pilares; financiar, gerir e incluir. O BBVA comprometeu-se a mobilizar 100.000 milhões de euros em financiamento verde e social, infraestruturas sustentáveis e “agribusiness”, empreendimentos sociais e inclusão financeira.
No seu compromisso com a gestão dos recursos ambientais e sociais e com a minimização dos potenciais impactos negativos diretos ou indiretos, o BBVA fixou o objetivo de usar em 2025, 70% de energias renováveis e reduzir em 68% as suas emissões diretas de CO2, em relação a 2015.
O BBVA comprometeu-se ainda a levar todos os seus grupos de interesse a estimular a contribuição do setor financeiro no desenvolvimento sustentável.
Sobre o BBVA
O BBVA é um grupo financeiro global fundado em 1857, com uma visão centrada no cliente. Tem uma posição de liderança no mercado espanhol, é a maior instituição financeira do México e possui franquias líderes na América do Sul e na região do “Sunbelt” nos Estados Unidos. É o principal acionista do Garanti BBVA, na Turquia.
O propósito do BBVA é “Colocar ao alcance de todos as oportunidades desta nova era”.
Um propósito focado nas reais necessidades das pessoas: apresentar as melhores soluções e ajudá-las a tomar as melhores decisões financeiras, através de uma experiência fácil e conveniente. A entidade está alicerçada em valores sólidos: “o cliente está em primeiro lugar, “pensamos grande” e “somos uma só equipa”.
O seu modelo bancário responsável visa alcançar uma sociedade mais inclusiva e sustentável.
Akla Terrace: o novo Hotspot da Rua Castilho!
O InterContinental Lisbon acaba de inaugurar um novo espaço exterior! “Akla Terrace” é uma magnífica esplanada com vista para o Parque Eduardo VII, propício a almoços de amigos, negócios ou simplesmente para desfrutar de um smoothie Detox com vista para a Natureza.
Num ambiente descontraído e informal, o Akla Terrace traz até à mesa dos seus clientes pratos como saladas, pizzas variadas, bagels, hambúrgueres ou até mesmo grelhados no Josper. Há opções para todos, para os mais apressados o espaço disponibiliza um menu executivo com sopa, prato principal, sobremesa, bebida e café por 15€. Se não tem mesmo tempo, pode optar pelo menu de Take-away, com pratos variados e uma seleção de smoothies de fruta natural simplesmente deliciosos!
O restaurante oferece aos seus clientes 2 horas de parque gratuito. O Akla Terrace funciona das 12h às 19h todos os dias, sendo que o horário de almoço é das 12h às 15h e está situado na Rua Castilho, 149, 1099-034, Lisboa. Para reservar pode contactar o 213818725 ou 213818700 ou enviar e-mail para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..
Regresso às aulas - El Corte Inglés
No Regresso às Aulas do El Corte Inglés tem a maior variedade de mochilas, estojos, lancheiras, cadernos, canetas, livros e uniformes escolares, moda e sapataria infantil, equipamento desportivo escolar aos melhores preços .
E até 30 de Setembro recebe em cartão 10% do valor das suas compras para utilizar em futuras compras até 7 de Outubro em Moda e Sapataria Infantil, Moda Jovem, Moda e Sapataria de Mulher e Homem, Equipamento Desportivo Escolar, Casa, Brinquedos Educativos e Material Escolar de Papelaria.
Aproveite ainda as nossas promoções nas melhores marcas de Moda Infantil para que tenha o melhor Regresso às Aulas!
NOVO BANCO distinguido novamente como “Best Integrated Corporate Banking Site in Western Europe”
O NOVO BANCO foi distinguido, pelo segundo ano consecutivo, como "Best Integrated Corporate Banking Site in Western Europe"(1), no âmbito dos prémios "2020 World's Best Digital Bank Awards", da prestigiada revista Global Finance.
O NOVO BANCO tem permanentemente investido para se tornar o melhor banco comercial em Portugal para a era Digital, com capacidades de self-service de referência, relacionamentos omnicanal inteligentes e integrados, que permitam uma experiência de Cliente inovadora e distintiva nos vários pontos de contacto com o banco, com soluções personalizadas, simples, cómodas e geradoras de valor.
A renovação deste prémio, pela revista Global Finance, reforça o reconhecimento da qualidade das soluções digitais do NOVO BANCO para o mercado empresarial, entre as quais se destaca NBnetwork, o seu serviço de Internet Banking para empresas.
O NBnetwork é uma solução intuitiva e com uma cobertura funcional alargada, que permite às empresas a realização de um vasto leque de operações de forma simples, autónoma e eficaz.
O atual contexto de COVID-19 originou novas necessidades às empresas e que requereram respostas rápidas e de acesso à distância. Nesse âmbito, o NOVO BANCO disponibilizou várias novas funcionalidades no NBnetwork, entre as quais se destacam:
- Os pedidos de Moratória de Crédito para Empresas, Negócios e Empresários em Nome Individual;
- A possibilidade de candidatura online à Linha de Crédito de Apoio à Economia COVID-19 e à Candidaturas à Linha de Crédito para Micro e Pequenas Empresas;
- O pedido online de Garantias Bancárias, um processo rapidamente assumiu um peso muito relevante no total de pedidos de garantias submetidos ao banco.
Paralelamente, o NOVO BANCO lançou também o NB Marketplace, um portal de e-commerce que está disponível para comerciantes locais em várias regiões do país, no site novobanco.pt e desenvolveu novas API’s de Open Banking que permitem consultas e transações através de soluções de "third-party providers" (designadamente, entre outras, transferências, pagamentos de serviço, carregamentos ou pagamentos à Segurança Social,).
(1) A responsabilidade da atribuição deste prémio é exclusivamente da revista Global Finance.
EDP convoca portugueses para Geração Zero e lança programa inovador que promove a sustentabilidade
Empresa pretende dar voz e resposta às preocupações que cada vez mais portugueses manifestam em torno dos temas da sustentabilidade e convida todos aqueles que procuram um mundo mais verde – a Geração Zero – a poupar o mundo. Este convite é reforçado pelo lançamento do novo programa de sustentabilidade, acessível através da app EDP ZERO.
A EDP acaba de lançar um programa que premeia as boas práticas ambientais e sociais dos portugueses – o Planeta Zero. Os clientes EDP Comercial que queiram fazer parte deste programa serão desafiados, através de dicas e práticas a adotar, a mudar os seus comportamentos, em prol da descarbonização da sociedade. Além das preocupações ambientais, esta iniciativa tem também uma forte componente social, alicerçada no consumo responsável, no humanismo, na partilha e na inovação.
Para aceder a este programa, os clientes da EDP Comercial poderão recorrer à nova app EDP Zero ou utilizar o site da EDP Comercial.
O Planeta Zero surge num contexto em que os consumidores estão cada vez mais preocupados com a degradação ambiental e procuram soluções e novas formas de poupar e nasce da necessidade de apoiar a criação de um movimento que precisa de todos e que começa na mudança de comportamentos individuais. Será aqui que os clientes da EDP Comercial irão acumular pontos, ou Z’s, pela demonstração de boas práticas ambientais e sociais e respondendo a desafios lançados mensalmente pela EDP – que vão desde pequenas mudanças, como maior eficiência no consumo de energia nas suas casas, até iniciativas de limpeza de praias ou ações de reflorestação. Ao acumular Z’s, os clientes conseguirão atingir novos patamares de sustentabilidade e ganhar acesso a mais ofertas, descontos e experiências. São exemplos Masterclass de como reduzir o desperdício na cozinha, de alimentação sustentável ou a possibilidade de participar no sorteio de um carro elétrico, no final do ano.
Adicionalmente, para assegurar o máximo de conveniência, o EDP Zero agregará também as funcionalidades de serviço ao cliente que até agora estavam disponíveis no edponline – como o acesso a faturas da EDP Comercial, o envio de leituras e a realização de pagamentos.
Com este novo programa de sustentabilidade, a EDP Comercial pretende convidar os portugueses a fazerem parte da Geração Zero – uma geração de pais que se preocupam com o mundo que deixam aos filhos e de filhos que se preocupam com o mundo em que querem viver, mais limpo e inclusivo. Ser Zero é mudar a forma como se vive, reconhecer a importância das nossas escolhas quando se procura fazer a diferença, diminuir as emissões de CO2 e construir uma sociedade mais saudável, solidária e sustentável.
“O novo programa de sustentabilidade procura endereçar as preocupações crescentes dos portugueses, informando-os e desafiando-os a criar um futuro mais verde. Esta iniciativa faz parte de uma nova forma de estar e de falar com a Geração Zero, para que juntos consigamos poupar o mundo”, afirma Vera Pinto Pereira, presidente da EDP Comercial
A campanha multimeios que acompanha o lançamento deste posicionamento começou com dois teasers, tendo como protagonistas o ator e apresentador João Manzarra e a atriz Carolina Loureiro. Numa viagem entre o presente e o futuro, falam com os respetivos filhos, que ainda não nasceram, sobre a importância de cuidar do planeta hoje, para que no futuro possam viver num mundo melhor.
A campanha é assinada pela agência Partners, produzida pela Garage com realização de Enrique Escamilla e com compra de espaço a cargo da Wavemaker.
Importância da sustentabilidade para a EDP
A EDP Comercial, a comercializadora de eletricidade e gás escolhida por mais de quatro milhões de famílias em Portugal, tem vindo a desenvolver ofertas de energia e serviços que têm um papel fundamental na descarbonização da economia e são um contributo essencial para a sustentabilidade do planeta. A empresa tem disponíveis tarifários de eletricidade verde, produzida a partir de energias renováveis, assim como soluções de energia solar para autoconsumo, dando aos clientes a possibilidade de produzirem e consumirem a sua própria energia elétrica renovável.
No último ano, lançou também os Packs Living EDP em que, para além de consumirem eletricidade verde, os clientes têm um serviço de assistência técnica que previne avarias, repara e recicla equipamentos, assim como acesso a um plano de saúde e benefícios que promovem uma vida mais sustentável.
A empresa faz parte do grupo EDP, na liderança da transição energética, ao assumir até ao final da década uma meta de 90% de produção renovável e a redução de 90% das emissões de CO2, quando comparado com 2005. O grupo é reconhecido mundialmente pelas suas práticas sustentáveis, fazendo parte do Dow Jones Sustainability Index há 13 anos consecutivos e, no último ano, classificado como número um do mundo entre as utilities integradas.
Endesa ganha quota em Portugal e já lidera no fornecimento às Empresas
Dados extraidos no último boletim da ERSE
• Endesa ganhou clientes entre as famílias tanto na eletricidade como no gás natural.
• No segmento de grandes consumidores de electricidade, a Endesa lidera com uma quota de 25%.
• No segmento residencial, Endesa é a comercializadora que maior número de clientes captou desde janeiro, tanto em eletricidade como no gás natural.
A Endesa continua a aumentar as suas quotas de mercado em Portugal. De acordo com os dados do último boletim mensal da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), sobre o Mercado Liberalizado de Eletricidade, a Endesa lidera o segmento empresarial (B2B) em Portugal, somando as quotas de mercado dos Grandes Consumidores, Consumidores Industriais e Pequenos Negócios.
De acordo com Miguel Mendes, Director B2B da Endesa Portugal, “no setor da eletricidade, tal como acontece em Espanha, o objetivo é consolidar a nossa posição de líder natural no mercado empresarial português. Neste momento temos uma quota no segmento empresarial de aproximadamente 22,4%, com o objetivo de crescer em número de clientes em todos os segmentos, com especial enfoque no segmento de menor consumo e também no setor público administrativo. No caso da comercialização do gás natural, a Endesa está também presente no setor empresarial (B2B) com uma quota de 12,8% nos grandes clientes e com o objetivo de manter o segundo lugar no mercado português de gás natural.”
Os mesmos dados revelam que no segmento residencial, a Endesa é a comercializadora que maior número de clientes captou, desde janeiro, tanto em eletricidade como no gás natural. Para Inés Roque, Directora B2C da Endesa Portugal, “o sucesso e desenvolvimento da comercializadora em Portugal é muito relevante. A Endesa, no segmento residencial é a empresa que maior número de clientes captou, quando outras comercializadoras como Iberdrola e EDP perderam carteira de clientes. Em breve, atingiremos os 500.000 clientes. A nossa estratégia baseia-se na claridade, a transparência, a digitalização e a inovação”.
Ao mesmo tempo, segundo o último Relatório mensal da ERSE sobre o Mercado Liberalizado de Eletricidade, o número de consumidores cresceu 2,4% em julho, face ao mesmo mês de 2019, e atingiu os 5,3 milhões de clientes. São ainda mais 12,1 mil do que em junho, divulgou o regulador.
Aumento também no gás natural
No gás natural, segundo o regulador, a Endesa ocupa a segunda posição por consumo, com um 12% (aumento de quota de mercado de 0,1 pontos porcentuais, quando comparado com o mês de junho).
No segmento de grandes consumidores de gás natural, a Endesa registou também um aumento de quota em 0,2 pontos (12,8%), na segunda posição.
Sucesso nas renováveis
Além deste crescimento de quotas de mercado, a Endesa está também a apostar em Portugal, no reforço da sua presença na produção de energias renováveis, com especial relevo para a energia solar. Ainda recentemente a Endesa Generación Portugal - subsidiária da espanhola Endesa, do Grupo Enel-, ganhou um lote de 99 MW de potência solar no segundo leilão de energias renováveis promovido pelo Governo Português. A central, localizada no Algarve, será desenvolvida, construída e operada pela empresa de renováveis do Grupo Enel, a Enel Green Power, e constituirá o primeiro projeto renovável com armazenamento do Grupo na Península Ibérica. Trata-se de um investimento de aproximadamente 90 milhões de euros para a construção do projeto localizado na região do Algarve, cuja operação deverá iniciar-se em 2024.
A Fundación Cepsa lança a XVI edição dos Prémios ao Valor Social e aumenta a sua dotação para promover projetos relacionados com a COVID-19
• A Fundação aumentou a dotação inicial em 100.000 euros, para os 500.000 euros, para incentivar ações solidárias relacionadas com a atual crise sanitária e social
• Nestes prémios podem participar iniciativas sociais das Canárias, Madrid, Huelva, Campo de Gibraltar, Portugal, Colômbia e Brasil
• Desde 2005, os Prémios ao Valor Social permitiram desenvolver mais de 340 projetos, que melhoraram a qualidade de vida de cerca de 40 000 pessoas
• O prazo para inscrições estará aberto entre 9 e 30 de setembro
A Fundación Cepsa inicia hoje o período de inscrição dos Prémios ao Valor Social, que procuram reconhecer e promover diferentes projetos sociais que promovam a inclusão e a qualidade de vida de indivíduos ou grupos menos favorecidos. Na sua XVI edição, a entidade aumentou a dotação económica destes prémios com o objetivo de apoiar projetos solidários que sirvam para dar assistência às pessoas mais afetadas pela crise sanitária e social provocada pela COVID-19.
Estes prémios vão distribuir até 500.000 euros entre as iniciativas vencedoras, para desenvolver projetos sociais nas Canárias, Madrid, Huelva, Campo de Gibraltar, Portugal, Colômbia e Brasil, zonas geográficas em que a Cepsa conta com uma atividade relevante e onde tem laços e relações estreitas estabelecidas com a comunidade.
Através dos Prémios ao Valor Social, a Fundación Cepsa reconhece a atividade social de diferentes entidades que trabalham para melhorar a qualidade de vida de grupos muito diversos: pessoas em situação de vulnerabilidade social, desempregados, doentes, pessoas com diversidade funcional, grupos étnicos, infância, jovens e adolescentes, idosos ou vítimas de violência de género, entre outros. Este ano somam-se os afetados pela crise sanitária provocada pela COVID-19. Neste sentido, a Fundação destinará 100.000 euros adicionais para incentivar, para além das iniciativas habituais, projetos destinados a atenuar os efeitos sanitários e sociais da pandemia. Assim, em cada zona geográfica onde se atribuem os prémios, será selecionado pelo menos um projeto destinado a ajudar os grupos afetados pela COVID-19.
As entidades que desejem participar poderão apresentar os seus projetos de 9 a 30 de setembro através da página web da Fundação: www.fundacioncepsa.com. Por outro lado, a Fundação convocou hoje, por vídeo conferência, as entidades participantes para explicar e esclarecer o procedimento de inscrição e detalhar as novidades desta edição.
Nota de Imprensa
No próximo mês de dezembro será dada a conhecer decisão de cada um dos júris locais, nos quais participam diferentes representantes institucionais relacionados com o âmbito da ação social.
Uma vez selecionados os projetos premiados por parte dos júris, os profissionais da Cepsa irão escolher mais cinco projetos vencedores, para além de participarem e se envolverem com as entidades participantes, agindo como padrinhos e madrinhas solidários de todas as iniciativas aspirantes aos Prémios ao Valor Social.
Desde a sua primeira edição, em 2005, estes prémios atribuíram mais de três milhões de euros, que permitiram melhorar a qualidade de vida de cerca de 40.000 pessoas.
Desde o começo da crise social e sanitária provocada pelo coronavírus, a Fundación Cepsa pôs em andamento um pacote de medidas para atenuar os efeitos da pandemia nos grupos mais vulneráveis. Assim, a entidade, juntamente com os profissionais da Cepsa, doou 480.000 quilos de alimentos de primeira necessidade à Federação Espanhola de Bancos de Alimentos. Do mesmo modo, com o objetivo de apoiar as autoridades sanitárias, a Fundación Cepsa pôs à disposição dos governos regionais de Madrid, Andaluzia e Canárias uma dotação de cartões de combustível no valor de 50.000 euros para colaborar nas deslocações sanitárias relacionadas com a COVID-19, assim como as de outros profissionais que trabalham ativamente nesta crise. A entidade doou também 15.000 euros à Cruz Vermelha para colaborar com os transportes sanitários urgentes originados pela pandemia. Também, no âmbito do seu programa de voluntariado corporativo, Voluntas, a Fundação pôs em funcionamento várias ações de voluntariado online para que os profissionais da Cepsa pudessem dar apoio a pessoas idosas e doentes.
Em Portugal, desde o início da crise provocada pela COVID-19, a Fundación Cepsa já doou 10.000 euros em cartões de combustível à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Leixões e à Comunidade Vida e Paz, e 5.000 euros em numerário à Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome.
O El Corte Inglés de Lisboa celebra a retoma dos horários habituais com vales de desconto para jantar em todos os restaurantes do Gourmet Experience
Para comemorar a retoma dos horários habituais, o El Corte Inglés Lisboa oferece, a partir de amanhã, vales de desconto para serem utilizados ao jantar nos restaurantes do Gourmet Experience, no piso 7 dos Grandes Armazéns, em Lisboa.
A partir das 17h, em compras superiores a 20 euros- em moda, casa e desporto - o cliente recebe um vale de 10 euros para utilizar, no próprio dia, em refeições a partir de 40 euros em todos os restaurantes do Gourmet Experience. A campanha é válida nesta quinta, sexta e sábado.
O El Corte Inglés de Lisboa retomou, na passada sexta-feira, os horários de sempre, encontrando-se aberto ao público de segunda a quinta-feira das 10h00 às 22h00, sextas e sábados até às 23h30 e domingos e feriados até às 20h00. Já o Supermercado está de portas abertas a partir das 08h30.
O Poke, do Chef Kiko, o Balcão do Chef Henrique Sá Pessoa, a Tasca Chic e o Jacaré do Chef José Avillez, Barra Cascabel, Imanol e Ribalta são os restaurantes que fazem parte do Gourmet Experience do El Corte Inglés e onde os clientes podem descontar os vales desta campanha. Os cerca de 500m2 de esplanadas do Gourmet Experience oferecem aos visitantes a segurança do ar livre aliada a um vista sobre a cidade única.
Os horários de funcionamento do Gourmet Experience são: De Segunda-feira a Quinta-feira das 12h00 às 23h00; Sexta-feira e Sábado 12h00 às 23h30; Domingo e feriados das 12h00 às 20h00.
Vinhos Nabeiro vencem medalha de ouro em França
"A Adega Mayor, da família Nabeiro, foi premiada com a Medalha de Ouro no Challenge International du Vin 2020, o mais antigo concurso de vinhos de França, e no Concurso Brancos de Portugal – A Escolha do Mercado, organizado pela revista Vinho - Grandes Escolhas e que é dedicado exclusivamente aos vinhos brancos de Portugal.
No Challenge International du Vin 2020, a Adega Mayor foi distinguida com Ouro para o Adega Mayor Touriga Nacional 2016 onde participaram mais de 38 países e onde 800 jurados provaram cerca de 4000 amostras diferentes, entre vários produtos de origem vínica como vinhos tintos, brancos, rosés, espumantes, licorosos e aguardentes.
Esta distinção agora alcançada, junta-se à Medalha de Ouro conquistada no mesmo Concurso, em 2018, com Adega Mayor Grande Reserva Pai Chão 2014 e Adega Mayor Reserva do Comendador Branco 2016.
Na 1ª edição do Concurso Brancos de Portugal, a Adega Mayor conquistou o Prémio Escolha do Mercado – Categoria PVP até 5€, com Adega Mayor Caiado Branco 2018 e o Prémio Escolha do Mercado – Categoria PVP entre 5€ a 12€ com Adega Mayor Arinto 2018. Entre os jurados encontravam-se os compradores profissionais onde se incluíam sommeliers, lojas de vinhos, wine bars, compradores de grandes e médias superfícies e outros responsáveis de compra.
Os vinhos da Adega Mayor voltaram a estar em destaque numa das competições de maior prestígio a nível internacional e sob rigorosos critérios bem como, em Portugal, sob a avaliação exigente dos profissionais do sector que comprovam, através das duas distinções, a qualidade superior dos seus vinhos.
Os vinhos da Adega Mayor encontram-se na Loja Online http://loja.adegamayor.pt - nas lojas da especialidade e nas lojas Delta Q."
Tribuna Alentejo, 17-08-2020
ÚLTIMOS SALDOS ! - El Corte Inglés
Aproveite os últimos dias de Saldos do El Corte Inglés, numa grande seleção de artigos de Moda, Moda Íntima, Acessórios e Sapataria, só até 27 de Agosto!
Novos tempos. Novos Saldos.
Em El Corte Inglés e elcorteingles.pt
Mercado liberalizado apoia o crescimento do resultado da Endesa no primeiro semestre
MERCADO LIBERALIZADO APOIA O CRESCIMENTO DO RESULTADO DA ENDESA NO PRIMEIRO SEMESTRE
Solidez dos negócios na conjuntura actual: o resultado líquido cresceu 11%, apesar da pandemia e sem levar em conta o impacto da entrada em vigor do novo Acordo Coletivo e o registro de provisões para reestruturação da força de trabalho (+267 milhões de euros).
Efeito estimado do COVID19 nas contas: As implicações negativas da paragem da economia devido ao estado de alarme e a consequente queda na procura e nos preços de eletricidade tiveram um impacto maior no segundo trimestre. Adicionando as provisões para insolvências associadas a esta situação, um efeito negativo associado ao COVID de 100 mil euros ao nível EBIT e cerca de 75 milhões de euros em lucro líquido, durante todo o semestre
Compromisso com a recuperação económica e criação de empregos. Acelerar os investimentos planeados para 2021-2022 em 30% se as condições fiscais e regulatórias forem acompanhadas: um plano acelerado de 7.500 milhões de euros, cerca de 1.700 milhões de euros mais, com um efeito multiplicador no PIB do país de 2,7 bilhões de euros, gerando 12.000 empregos diretos e indiretos e cerca de 27.000 empregos induzidos anualmente
.
Compromisso com a sociedade. A segunda fase do plano de responsabilidade social está em andamento, com 13 milhões de euros (total de € 25 milhões), para apoiar o país na crise socio-económica que se seguiu à crise da saúde.
Aceleração do processo de descarbonização: Adiantar um ano o encerramento das centrais termolétricas peninsulares para 2021. Na primeira metade do ano, as receitas das atividades de carvão representam apenas 1% do total das vendas.
Transição justa: planos para mitigar o impacto social em todas as regiões afetadas pelo encerramento das centrais termolétricas.
Compromisso com energias renováveis: 72% do investimento em desenvolvimento de ativos é destinado a energias renováveis (188 milhões de euros); sua capacidade instalada peninsular aumenta 14% em relação ao mesmo período do ano anterior e, neste semestre, quase 90% da produção peninsular já é isenta de emissões.
Confirmada a política de dividendos anunciada no plano estratégico e as estimativas para 2020: o ambiente é incerto devido aos efeitos da pandemia, mas os negócios integrados da Endesa e a baixa exposição da atividade regulada ajudaram a mitigar as conseqüências económicas e obter bons resultados no primeiro semestre do ano, além de permitir manter suas estimativas para 2020 de um EBITDA de aproximadamente 3.900 milhões de euros e um lucro líquido ordinário de aproximadamente 1.700 milhões de euros.
Solidez financeira: Mantém a relação dívida líquida / ebitda em 1,7 vezes e aumentou sua liquidez em 35%, para 4.469 milhões de euros, que cobre 23 meses de vencimento da dívida.
A Endesa encerrou o primeiro semestre de 2020 com bons resultados, apesar da grave situação em que todo o país esteve envolvido devido à pandemia do COVID-19. A empresa registou um resultado líquido entre janeiro e junho de 1.128 milhões de euros, mais 45,4% do que no mesmo período de 2019. Esses resultados refletem o impacto da entrada em vigor do novo Acordo Coletivo e do registro das provisões para reestruturação da força de trabalho, que geraram um impacto líquido positivo de 267 milhões de euros. Excluindo esse impacto extraordinário, o aumento no resultado líquido ainda é de 11%, o que mostra a solidez das contas da empresa, apesar do cenário atual..
A desaceleração da atividade económica nos meses de estado de alarme deixou uma marca importante no consumo de eletricidade e nos preços em Espanha, acentuando a trajetória do primeiro trimestre. No nível peninsular, a procura diminuiu 7,8% em relação ao mesmo período de 2019, enquanto nos Territórios Não Peninsulares (TNP), a queda foi de 13,2% (18,6% nas Ilhas Baleares e 10,1 %% nas Ilhas Canárias). Esta queda, juntamente com a redução no preço das matérias-primas, levou a preços mais baixos no mercado retalhista, com € 29 / MWh em média, o que representa uma queda de 44% em relação ao mesmo período de 2019.
A Endesa estima que os efeitos do COVID-19, com a queda na procura e nos preços associados, juntamente com as provisões para insolvências de acordo com a norma IFRS9, tiveram um efeito negativo de cerca de 100 milhões de euros em EBIT e cerca de 75 milhões de euros ao nível do lucro líquido.
Embora não seja possível estimar o impacto futuro do COVID-19, a empresa prevê um segundo semestre mais normalizado que, juntamente com o de ter um modelo de negocios integrado e uma baixa exposição de empresas reguladas, permitirá manter as previsões para este ano de 2020.
O CEO da Endesa, José Bogas, destaca que "apesar das circunstâncias complicadas, a Endesa mostrou grande força num contexto para o qual não tínhamos referências anteriores. Não apenas nos negócios e contas da empresa, mas no apoio que a Endesa deu a instituições e cidadãos nos momentos mais críticos. E agora, com um cenário económico complicado, queremos continuar a ajudar o nosso país, na recuperação da economia espanhola, mantendo e até acelerando investimentos planeados, ajudando a criar empregos e gerar riqueza; e lutando para que seja feito da maneira mais sustentável possível ”.
EDP Distribuição vai passar a chamar-se E-Redes. ERSE dita mudança de imagem e de marca
O operador de redes de distribuição tem agora um período transitório até 31 de janeiro de 2021 para implementar todas as medidas necessárias à concretização da sua nova imagem, escolhida pelo regulador
Primeiro foi a EDP Serviço Universal que mudou de nome para SU Eletricidade por ordem da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE). Agora o regulador determinou também a mudança de marca e imagem da EDP Distribuição para E-Redes. O típico logótipo vermelho do grupo EDP é assim substituído por um de fundo amarelo, com letras pretas. A medida, diz a ERSE, tem como objetivo “evitar confusões entre as restantes marcas do grupo EDP e será implementada de forma gradual por forma a assegurar a neutralidade de custos para os consumidores de eletricidade”.
No terreno, a EDP Distribuição tem agora um período transitório de cinco meses para implementar todas as medidas necessárias à concretização da sua nova imagem corporativa, somando-se ainda um período adicional até 31 de dezembro de 2021 para a mudança das instalações de atendimento de utilização exclusiva do operador de rede de distribuição. Já até 31 de outubro de 2020, a EDP Distribuição tem de comunicar à ERSE, para aprovação, a calendarização e planificação do processo de mudança.
A empresa do grupo EDP garantiu já em comunicado que o processo de alteração de marca deverá estar concluído até 31 de janeiro de 2021, sendo que até ao final do próximo ano serão feitas as ações necessárias para a total alteração de imagem. “O projeto de mudança será gradual e irá incidir sobre infraestruturas, pontos de atendimento, frota, sistemas de informação, suportes de comunicação e equipamentos de proteção dos operacionais do terreno“, diz a EDP Distribuição.
Logotipo atual Novo logotipo
“O processo da diferenciação de imagem corporativa, incluindo instalações de atendimento, equipamentos ou outros elementos físicos, deve ser implementada de modo gradual e incremental, assegurando a neutralidade de custos”, refere a ERSE. Além disso, o projeto detalhado de alteração de imagem tem de garantir “uma transição sem qualquer perturbação para os consumidores, companhias, concessionários, autarquias e outras entidades que se relacionam com a empresa”.
Já a EDP Distribuição garante que “com esta alteração de imagem, que deixa de ter elementos de cor ou design comuns a outras empresas do universo EDP, reforça-se também a identificação e a singularidade da operadora de redes de distribuição”. Esta mudança faz parte da estratégia de aposta do grupo EDP nas redes de distribuição de eletricidade na Península Ibérica (com a recente compra da espanhola Viesgo), já que uniformiza o nome das operadoras de rede a nível ibérico: em Espanha também já está implementado o nome E-Redes. O grupo EDP está também a apostar nas redes de distribuição no Brasil, onde participará em novos leilões no final deste ano.
Em 2017, na última revisão do Regulamento de Relações Comerciais do setor elétrico (RRC), a ERSE impôs um aprofundamento da separação de imagem entre operadores do mesmo grupo (neste caso, a EDP), com destaque para o operador da rede de distribuição, em linha com as orientações da Comissão Europeia. Nesse contexto, a EDP Distribuição, enquanto operador de rede de distribuição em alta, média e baixa tensão no setor elétrico, remeteu à ERSE uma proposta de diferenciação de imagem. O processo de mudança durava já há dois anos, tendo ficado em stand by devido ao lançamento dos procedimentos dos concursos para a atribuição de concessões municipais de distribuição de eletricidade, também em 2017, e que se encontra ainda pendente de conclusão.
O fim dos contratos a 20 anos estabelecidos entre os municípios e a EDP Distribuição “veio interferir no processo, tendo aconselhado prudência acrescida quanto a alterações sobre ativos em baixa tensão, incluindo a imagem”.
“Por imposição regulamentar, a ERSE aprova agora, como diferenciação de imagem, a opção de linha gráfica de cor amarela e a designação comercial E-Redes propostas pela empresa. Determina também que a linha gráfica de cor amarela e a designação comercial E-Redes não podem conter elementos gráficos, cromáticos, simbológicos ou comunicacionais comuns com quaisquer outras empresas integradas no grupo EDP, designadamente comercializadores em regime de mercado ou comercializadores de último recurso”, refere o regulador em comunicado.
E precisamente porque ainda decorre o processo de concessão da distribuição de energia elétrica em baixa tensão, a EDP Distribuição não pode levar a cabo para já nenhuma ação promocional da nova marca E-Redes “que extravase o estrito cumprimento do dever de informação aos operadores económicos que consigo se relacionam”, refere a ERSE
A EDP Distribuição é a empresa concessionária da rede de distribuição de alta e média tensão em Portugal Continental e das redes de baixa tensão dos 278 municípios portugueses. A empresa distribui eletricidade para 99,5% dos pontos de entrega nacionais, totalizando cerca de 6 milhões de clientes. Enquanto operadora de rede, a EDP Distribuição está presente em todo o território continental gerindo 179 mil quilómetros de rede aérea e 49 mil de rede subterrânea. Nos últimos 16 anos, reduziu o tempo médio de interrupção de serviço na ordem dos 86%.
A futura E-Redes irá garantir o mesmo nível de serviço e as operações a nível nacional através das concessões de distribuição de energia de alta, média e baixa tensão. “A empresa mantém ainda o seu empenho na transição energética e o compromisso de continuar a ser uma marca de confiança e próxima dos consumidores, com um serviço de qualidade, focado no cliente e orientado por forte responsabilidade social”, refere o comunicado.
Projeto NOVO BANCO Cultura
31 museus em dois anos e meio
NOVO BANCO Cultura já presente
em todas as regiões do país
Projeto NOVO BANCO Cultura já está presente em todas as regiões do país, envolvendo 31 museus e 69 obras. Até ao final do ano de 2020 vão juntar-se mais 5 museus.
Desde o lançamento do projeto NOVO BANCO Cultura, a 29 de janeiro de 2018, enquadrado num protocolo com o Ministério da Cultura, são já 69 as obras da Coleção de Pintura do NOVO BANCO que estão acessíveis ao público, através da sua integração no circuito expositivo permanente de 31 Museus de várias regiões do país.
Este projeto de incorporação de uma coleção corporativa em Museus, no sentido de contribuir para levar a arte a todos, contemplando todos os distritos do país, é uma iniciativa pioneira, não só pela componente de descentralização, mas também pela atenção dada à relação das obras com os projetos e narrativas dos Museus, para que cada incorporação seja uma mais valia e um contributo útil. Destaque-se ainda a disponibilização ao público de todas as obras numa plataforma online (nbcultura.pt), onde poderá encontrar um texto informativo sobre cada uma das peças, bem como um roteiro que percorre todos os museus, de norte a sul do país, onde se encontram obras da Coleção de Pintura do Novo Banco.
Neste momento já podem ser vistas obras da Coleção de Pintura do NOVO BANCO em museus de Castelo Branco, Guarda, Guimarães, Setúbal, Caldas da Rainha, Figueiró dos Vinhos, Lisboa, Viseu, Torres Novas, Óbidos, Faro, Beja, Évora, Portalegre, Crato, Chaves, Vila Franca de Xira, Aveiro, Lamego, Braga, Leiria, Ourique, e também Madeira e Açores (Ponta Delgada e Angra do Heroísmo). Nos últimos três meses o projeto manteve a sua dinâmica e, num formato adaptado à atual conjuntura, a incorporação de obras teve continuidade nos Museus da Lousã, Viana do Castelo e Mirandela.
No âmbito do projeto de partilha com a sociedade do seu património artístico e cultural, acreditando que a arte é de todos e tem que chegar a todos, premissa do NOVO BANCO Cultura, até ao final do ano de 2020, está prevista a incorporação de obras da Coleção de pintura em 5 Museus, no Alentejo – Barrancos, na região Centro – Tábua e Covilhã, e no Norte – Barcelos e Amarante.
Julia Nieto condecorada pelo trabalho em prol das relações ibéricas
Julia Nieto, Adjunta do Presidente e responsável pelas Relações Institucionais da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola, foi agraciada, no dia 25 de junho, com a condecoração Cruz de la Orden de Isabel la Católica.
Este prémio foi atribuído pelo rei de Espanha, em reconhecimento ao seu contributo profissional para o desenvolvimento das relações luso-espanholas.







